sábado, 18 de fevereiro de 2012

Pastor Ricardo Gondim abre o verbo !

Polêmico Pastor Ricardo Gondim anuncia que não faz mais parte do “Movimento Evangélico”: “Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade”
O pastor Ricardo Gondim, da Igreja Betesda, anunciou em seu site, através O pastor Ricardo Gondim, da Igreja Betesda, anunciou em seu site, através de um artigo, que está rompendo com o Movimento Evangélico. Narrando suas experiências religiosas desde adolescência, quando abandonou o catolicismo inquieto pelo que chamou de “dogmas” da igreja romana, o pastor falou sobre o que o fez romper com a Igreja Presbiteriana e com a Assembleia de Deus, exemplificando cada caso.

Agora, se dizendo sem saber para onde ir, afirma que está querendo “apenas experimentar a liberdade prometida nos Evangelhos” e que não abandonará sua vocação de pastor e continuará servindo na Betesda.

Os motivos listados por Gondim em seu artigo reclamam da transformação do evangelho em negócio, e se diz “incapaz de tolerar” a transformação da fé em negócio. “Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia”, acusa o pastor.

A falta de afinidade com os grandes líderes evangélicos nacionais também é colocada como uma questão de peso e decisiva para o rompimento: “Não consigo admirar a enorme maioria dos formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os que se valem da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis”, afirma o pastor, sem citar nomes.

Em mais uma crítica direta à teologia da prosperidade, que tem sido priorizada em diversas denominações, o pastor Gondim afirma que a igreja se tornou inútil ao pregar essa mensagem: “No momento em que o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como conviver com uma religião que busca especializar-se na mecânica das “preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres que ensinam a virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranoia como pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem a necessidade de Deus”.

Um texto publicado pelo jornalista Paulo Lopes, atribuído a José Geraldo Gouvêa, ateu declarado, afirma que “Gondim não tem para onde ir, a não ser os braços do ateísmo”. O autor do texto afirma se identificar com o pastor, “uma espécie de Leonardo Boff evangélico”, fazendo menção ao ex-frei e crítico ferrenho da Igreja Católica.

Confira abaixo a íntegra do artigo “Tempo de Partir”, do pastor Ricardo Gondim:

Não perdi o juízo. Minha espiritualidade não foi a pique. Minhas muitas tarefas não me esgotaram. Entretanto, não cessam os rótulos e os diagnósticos sobre minha saúde espiritual. Escrevo, mas parece que as minhas palavras chegam a ouvidos displicentes. Para alguns pareço vago, para outros, fragmentado e inconsistente nas colocações (talvez seja mesmo). Várias pessoas avisam que intercedem a Deus para que Ele me acuda.

Minha peregrinação cristã está, há muito, marcada por rompimentos. O primeiro, rachei com a Igreja Católica, onde nasci, fui batizado e fiz a Primeira Comunhão. Em premonitórias inquietações não aceitava dogmas. Pedi explicações a um padre sobre certas práticas que não faziam muito sentido para mim. O sacerdote simplesmente deu as costas, mas antes advertiu: “Meu filho, afaste-se dos protestantes, eles são um problema!”.

Depois de ler a Bíblia, decidi sair do catolicismo; um escândalo para uma família que se orgulhava de ter padres e freiras na árvore genealógica – e nenhum “crente”. Aportei na Igreja Presbiteriana Central de Fortaleza. Meus únicos amigos crentes vinham dessa denominação. Enfronhei em muitas atividades. Membro ativo, freqüentei a escola dominical, trabalhei com outros jovens na impressão de boletins, organizei retiros e acampamentos. No cúmulo da vontade de servir, tentei até cantar no coral – um desastre. Liderei a União de Mocidade. Enfim, fiz tudo o que pude dentro daquela estrutura. Fui calvinista. Acreditei por muito tempo que Deus, ao criar todas as coisas, ordenou que o universo inteiro se movesse de acordo com sua presciência e soberania. Aceitei tacitamente que certas pessoas vão para o céu e para o inferno devido a uma eleição. Essa doutrina fazia sentido para mim até porque eu me via um dos eleitos. Eu estava numa situação bem confortável. E podia descansar: a salvação da minha alma estava desde sempre garantida. Mesmo que caísse na gandaia, no último dia, de um jeito ou de outro, a graça me resgataria. O propósito de Deus para minha vida nunca seria frustrado, me garantiram.

Em determinada noite, fui a um culto pentecostal. O Espírito Santo me visitou com ternura. Em êxtase, imerso no amor de Deus, falei em línguas estranhas – um escândalo na comunidade reverente e bem comportada. Sob o impacto daquele batismo, fui intimado a comparecer à versão moderna da Inquisição. Numa minúscula sala, pastores e presbíteros exigiram que eu negasse a experiência sob pena de ser estigmatizado como reles pentecostal. Ameaçaram. Eu sofreria o primeiro processo de expulsão, excomunhão, daquela igreja desde que se estabelecera no século XIX. Ainda adolescente e debaixo do escrutínio opressivo de uma gerontocracia inclemente, ouvi o xeque mate: “Peça para sair, evite o trauma de um julgamento sumário. Poupe-nos de sermos transformados em carrascos”. Às duas da madrugada, capitulei. Solicitei, por carta, a saída. A partir daquele momento, deixei de ser presbiteriano.

De novo estava no exílio. Meu melhor amigo, presidente da Aliança Bíblica Universitária, pertencia a Assembleia de Deus e para lá fui. Era mais um êxodo em busca de abrigo. Eu só queria uma comunidade onde pudesse viver a fé. Cedo vi que a Assembleia de Deus estava engessada. Sobravam legalismo, politicagem interna e ânsia de poder temporal. Não custou e notei a instituição acorrentada por uma tradição farisaica. Pior, iludia-se com sua grandeza numérica. Já pastor da Betesda eu me tornava, de novo, um estorvo. Os processos que mantinham o povo preso ao espírito de boiada me agrediam. Enquanto denunciava o anacronismo assembleiano eu me indispunha. A estrutura amordaçava e eu me via inibido em meu senso crítico. A geração de pastores que ascendia se contentava em ficar quieta. Balançava a cabeça em aprovação aos desmandos dos encastelados no poder. Mais uma vez, eu me encontrava numa sinuca. De novo, precisei romper. Eu estava de saída da maior denominação pentecostal do Brasil. Mas, pela primeira vez, eu me sentia protegido. A querida Betesda me acompanhou.

Agora sinto necessidade de distanciar-me do Movimento Evangélico. Não tenho medo. Depois de tantas rupturas mantenho o coração sóbrio. As decepções não foram suficientes para azedar a minha alma, sequer fortes para roubar a minha fé. “Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso”.

Estou crescentemente empolgado com as verdades bíblicas que revelam Jesus de Nazaré. Aumenta a minha vontade de caminhar ao lado de gente humana que ama o próximo. Sinto-me estranhamente atraído à beleza da vida. Não cesso de procurar mentores. Estou aberto a amigos que me inspirem a alma.

Então por que uma ruptura radical? Meus movimentos visam preservar a minha alma da intolerância. Saio para não tornar-me um casmurro rabugento. Não desejo acabar um crítico que nunca celebra e jamais se encaixa onde a vida pulsa. Não me considero dono da verdade. Não carrego a palmatória do mundo. Cresce em mim a consciência de que sou imperfeito. Luto para não permitir que covardia me afaste do confronto de meus paradoxos. Não nego: sou incapaz de viver tudo o que prego – a mensagem que anuncio é muito mais excelente do que eu. A igreja que pastoreio tem enormes dificuldades. Contudo, insisto com a necessidade de rescindir com o que comumente se conhece como Movimento Evangélico.

1. Vejo-me incapaz de tolerar que o Evangelho se transforme em negócio e o nome de Deus vire marca que vende bem. Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia.

2. Não consigo admirar a enorme maioria dos formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os que se valem da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis. Sei que muitas eleições nas altas cupulas denominacionais acontecem com casuísmos eleitoreiros imorais. Estive na eleição para presidente de uma enorme denominação. Vi dois zeladores do Centro de Convenções aliciados com dinheiro. Os dois receberam crachá e votaram como pastores. Já ajudei em “cruzadas” evangelísticas cujo objetivo se restringiu filmar a multidão, exibir nos Estados Unidos e levantar dinheiro. O fim último era sustentar o evangelista no luxo nababesco. Sou testemunha ocular de pastores que depois de orar por gente sofrida e miserável debocharam delas, às gargalhadas. Horrorizei-me com o programa da CNN em que algumas das maiores lideranças do mundo evangélico americano apoiaram a guerra do Iraque. Naquela noite revirei na cama sem dormir. Parecia impossível acreditar que homens de Deus colocam a mão no fogo por uma política beligerante e mentirosa de bombardear outro país. Como um movimento, que se pretende portador das Boas Novas, sustenta uma guerra satânica, apoiada pela indústria do petróleo.

3. No momento em que o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como conviver com uma religião que busca especializar-se na mecânica das “preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres que ensinam a virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranoia como pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem a necessidade de Deus.

4. Não consigo identificar-me com o determinismo teológico que impera na maioria das igrejas evangélicas. Há um fatalismo disfarçado que enxerga cada mínimo detalhe da existência como parte da providência. Repenso as categorias teológicas que me serviam de óculos para a leitura da Bíblia. Entendo que essa mudança de lente se tornou ameaçadora. Eu, porém, preciso de lateralidade. Quero dialogar com as ciências sociais. Preciso variar meus ângulos de percepção. Não gosto de cabrestos. Patrulhamento e cenho franzido me irritam . Senti na carne a intolerância e como o ódio está atrelado ao conformismo teológico. Preciso me manter aberto à companhia de gente que molda a vida, consciente ou inconsciente, pelos valores do Reino de Deus sem medo de pensar, sonhar, sentir, rir e chorar. Desejo desfrutar (curtir) uma espiritualidade sem a canga pesada do legalismo, sem o hermético fundamentalismo, sem os dogmas estreitos dos saudosistas e sem a estupidez dos que não dialogam sem rotular.

Não, não abandonarei a vocação de pastor. Não negligenciarei a comunidade onde sirvo. Quero apenas experimentar a liberdade prometida nos Evangelhos. Posso ainda não saber para onde vou, mas estou certo dos caminhos por onde não devo seguir.

Soli Deo Gloria 
Pastor EDUARDO SILVA


Veja o posicionamento de um grande amigo, Pr Elcio Nunes, de Houston-Texas, com quem tive a honra de trabalhar por um ano, em 2003, e o posicionamento deste blog



nunes3106@sbcglobal.net  
TENHO ACOMPANHADO POR ANOS A TRAJETORIA DO PASTOR RICARDO GONDIM QUE SEMPRE FOI UM EXCELENTE EXPOSITOR DA PALAVRA DE DEUS E ATE ONDE SEI UM HOMEM ZELOSO PELAS COISAS DE DEUS. SEI TAMBEM QUE TEM ORIGEM EM UMA FAMILIA DE CLASSE MEDIA ALTA DE FORTALEZA E QUE NA SUA JUVENTUDE FOI LEVADO PELOS MOVIMENTOS RADICAIS MARXISTAS, SOCIALISTAS E COMUNISTAS E QUE LEVAVAM NAQUELA EPOCA MAIS QUE NADA AOS JOVENS DAS CLASSES MEDIAS ALTAS A SE TORNAREM TOTALMENTE RADICAIS QUANTO AO QUE PENSAVAM E DE QUE ESTAVAM TOTALMENTE CERTOS QUANTO AS DEMAIS FILOSOFIAS POLITICAS, FILOSOFICAS E SOCIAIS. ELE RICARDO VEIO PARA O NOSSO MEIO ATRAVES DO NOVO NASCIMENTO E ISSO NAO DESCUTIMOS SO  ACHO QUE ELE NAO  SE DESFEZ DO SEU MUNDO RADICAL DE ACHAR QUE TUDO E COMO ELE PENSA QUE DEVE SER. CAMINHOU POR MUITO TEMPO EM NOSSO MEIO E FOI DE GRANDE BENCAO AINDA QUE EM SUAS MENSAGENS E PALESTRAS PODIAMOS NOTAR UM POUCO DE ARROGANCIA E ORGULHO NO QUE FALAVA E ISSO EU SEMPRE VI COMO UM PERIGO. A SUA TOMADA DE DECISAO PARA NOS NAO E BOA E PORQUE NAO DIZER TRISTE. O TALENTO EXPERIENCIA CRISTA DELE E NECESSARIO EM NOSSO MEIO AINDA QUE NAO  INDISPENSAVEL. FICO PENSANDO SE O APOSTOLO PAULO TIVESSE TOMADO ESSE MESMO CAMINHO QUE HOJE TOMA O PASTOR RICARDO GONDIM OU SEJA DE AFASTAR-SE DO MOVIMENTO VIVO DO CRISTIANISMO NO PRIMEIRO SECULO ESTARIAMOS HOJE BEM SOFRIDOS DE UMA DOUTRINA SOLIDA COMO A QUE TEMOS NA IGREJA EVANGELICA ATRAVES DE SUAS CARTAS PAULINAS. FEZ TRES OU QUATRO VIAGENS MISSIONARIAS COMO DIZEM MUITOS EM CADA UMA DELAS VIU COISAS DESABONADORAS QUE O INTRISTECERAM POREM NAO O DESANIMARAM. VIU LOBOS EM NOSSO MEIO, GANANCIOSOS QUE FAZIAM DO REBANHO DO SENHOR JESUS MERCADORIA COMO DISSE ELE MESMO A SEU DISCIPULO TIMOTEO, SOFREU PERSEGUICAO DENTRO DA PROPRIA IGREJA E FINALMENTE ABONDONO DOS PROPRIOS LIDERES QUE ELE MESMO FORJOU COM SUAS MAOS BASTAR QUE VOCE LEIA UM POUCO II TIMOTEO 4. 9-18. CHEGA ATE A NOS DA UMA IMPRESSAO DE UM FINAL DE MINISTERIO FRACASSADO POREM NOS ENCANTA QUANDO NOS DISSE NO VERSICULO 17 - " POREM O SENHOR ESTEVE AO MEU LADO E ME DEU FORCAS PARA QUE POR MIM SE LEVARA A CABO A  PREGACAO DO EVANGELHO E QUE LHE OUVIRA TODOS OS PAGAOS. ELE SIMPLESMENTE NAO DESISTIU. JESUS FOI O NOSSO EXEMPLO MAIOR NESSA AREA ELE FOI FIRME ATE A CRUZ POR ISSO RESSUSCITOU E HOJE AINDA QUE A IGREJA APRESENTE MUITOS PROBLEMAS ELA SEGUE EM VITORIA NAO IMPORTA COMO SE COMPORTA SEUS SEGUIDORES O ESPIRITO SANTO ESTA ENTRE NOS E EM NOS PARA APERFEICOAR A OBRA QUE CRISTO UM DIA COMECOU. O PR. RICARDO DEVE ESTA CANSADO DECEPCIONADO COM ALGUNS LIDERES E ISSO QUER QUEIRAMOS OU NAO NO PASSADO HOJE E AMANHA ATE QUE CRISTO VENHA SEMPRE VAI ACONTECER. O QUE NOS FAZ GIGANTES PARA CONTINUARMOS E O QUE JESUS DISSE AO APOSTOLO PEDRO. " SOBRE ESTA PEDRA EDIFICAREI MINHA IGREJA E AS PORTAS DO INFERNO NAO PREVALECERAO SOBRE ELA.  I DE CORINTIOS 3 - 12 - 16 PAULO NOS MOSTRA OS DIVERSOS TIPOS DE FUNDAMENTOS SOBRE OS QUAIS CADA UM CONSTROI SUA OBRA . SO  QUE OS VERSICULOS 14 E 15 SAO DETERMINANTES QUANTO A RECOMPENSA NO FINAL DE UMA OBRA. DEVE ESTA EDIFICADA SOBRE O FUNDAMENTO PRINCIPAL QUE E CRISTO JESUS DE OUTRA FORMA ESSA OBRA NAO SERA RECEBIDA POR DEUS. FINALMENTE O QUE POSSO FAZER COMO  CREIO QUE E O MESMO QUE VOCE PODE - ORAR PELO NOSSO QUERIDO PASTOR  RICARDO GONDIM PARA QUE O PAI DAS LUZES O NOSSO DEUS O TOQUE DE MANEIRA CLARA LHE DANDO A DEVIDA DIRECAO QUE DEVE REALMENTE TOMAR.  ISOLAR-SE NAO E O CAMINHO EXCELENTE - TEMOS QUE LUTAR PARA FAZER DIFERENCA AINDA QUE PARECA QUE ESTAMOS AGREGANDO EM TODO NOSSO MINISTERIO APENAS UM GRAOZINHO DE AREIA. SE E UM GRAOZINHO PURO E VERDADEIRO PARA DEUS E O QUE VALE. LEVANTE A CABECA HOMEM DE DEUS E NOS DE A MAO PARA SEGUIRMOS ADIANTE. LEMBRE-SE: SATANAS SABE DE SUA SENTENCA FINAL E NEM POR ISSO DESISTE - ELE TEM ESSA QUALIDADE INERENTE EM SEU SER - ELE SATANAS E PERSISTENTE AINDA QUE SAIBA QUE TERMINARA EM DERROTA - VOCE NAO A GLORIA E GRACA DEUS SAO AS COROAS QUE O ESPERAM DO OUTRO LADO DO RIO.

PR. ELCIO NUNES
HOUSTON - TEXAS.
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Queridos !

As posições do Pr Ricardo Gondim são conhecidas de todos nós. As vezes um tanto radicais, sim. Seu histórico o referenda como um homem de Deus. Não consigo vê-lo diferente. Sua decepção com o sistema religioso falido, podre e altamente comprometedor, provavelmente produziu nele toda revolta, que resultou nessa difícil tomada de posição.

Entendo que o apóstolo Paulo vivendo em nossos dias, teria muitas dificuldades, como teve em seu tempo e não deixou barato. Pegava pesado. A diferença de Paulo para nós, é que nós somos nós, e Paulo era Paulo. Cada pessoa reage dentro de um conjunto de fatores que o influenciam.

Sinceramente, a igreja do nosso tempo - entenda-se os grande lideres com raríssimas exceções, estão muito, muito distantes do centro da vontade de Deus. Homens vaidosos, truculentos, arrogantes, prepotentes, acima do bem e do mal, não dados ao amor, iracundos, acobertadores de pecados de familiares, parentes e aliados, capazes de qualquer coisa, manobras e maracutaias para se manter no poder, faltam adjetivos. Está cheio deles por ai.

Ora, negar que isto existe é viver noutro planeta. Alguns convivem com isto como se isto não existisse, outros, não conseguem, e rompem com este sujo sistema, que de evangelho não tem nada, absolutamente não tem nada, é uma farsa, uma mentira.

Então, julgar o Pr Ricardo Gondim eu não tenho como. Devo apenas respeitar o seu posicionamento e continuar orando por ele e pela igreja do Senhor, a maior vítima desses lobos devoradores que estão arruinando a vida de muitos


Pra mim o Pr Riocardo não muda em nada. Foi autêntico. Melhor que muitos hipócritias que permanecem em nosso meio como grandes aproveitadores e oportunistas de plantão.

Pr EDUARDO SILVA
AD Ebenézer em Petrolina-Pe

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