Acabemos com a falsa modéstia. Admita! Você é o máximo. Decorou grandes trechos da Suma Teológica de Santo Tomás de Aquino, lê a Bíblia em hebraico, elaborou um manual que explica as aparentes contradições do texto sagrado, discute teologia com padres ortodoxos em russo e entende de arqueologia. Não há quem lhe conteste quando você discorre sobre Shakespeare.
Os auditórios se encantam com a sua crítica de Victor Hugo. Ninguém explica tão bem as peculiaridades artísticas de Michelangelo. Você retoca a obra de Pablo Picasso, Gaudí, Frida Kahlo.
Para você, Hegel foi um tonto; Spinoza, um blasfemo; Voltaire, um delirante; Marx, um endemoninhado. Sua censura a Freud é irretocável. Essa turma não passa de instrumento da maldade, sempre a conspirar pela ruína humana.
Você merece ladear o Diogo Mainardi no Manhattan Connection, compor o Conselho de Doutrina da sua igreja. Candidate-se a professor do seminário de sua denominação, seu perfil fundamentalista vai fazer sucesso. Mostre a cara, não seja tímido.
Gente ilustrada como você, informado pela revista Veja, fã do Reinaldo Azevedo, e da escola política do Olavo de Carvalho, não pode ficar no anonimato.
(Soli Deo Gloria)
Pr Ricardo Gondim
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Pr Eduardo Silva
UM SERVO A SERVIÇO DE DEUS !
Agenda, atualidades, composições, curiosidades, estudos, seminários, simpósios, palestras, músicas, sermões e atualidades. Residindo em Fortaleza, CE, Brasil.
Zaps +55 85 988833668 / +55 85 985268849 - E-mail : preduardosilva@hotmail.com - Canal : www.youtube.com/user/pastoreduardosilva
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Reflexão-15 - O coração de Marta no mundo de Maria !
(Por Esdras Costa Bentho)
Uma homenagem a Missionária Eva Maria
Ao lermos embevecido as magistrais páginas do Novo Testamento, encontramos personagens que inspiram-nos a viver a vida cristã em sua dimensão mais profunda. Dentre esses se destacam intrépidas mulheres, que apesar de viverem na sociedade patriarcal hebraica, demonstraram ousadia em professar a sua fé. Os nomes das que se assentam na galeria neotestamentária somam-se às dezenas, os das anônimas, às centenas. Nem mesmo a história de um povo e de uma época machista, pode apagar as pegadas históricas da mulher que teme e ama a Deus (Mt 26.13).
Marta, a Anfitriã de Betânia (Lc. 10 - 38 e 42).
Os limítrofes de nossa inquirição exalam o perfume adocicado de uma rara flor denominada ‘Marta’. Seu nome, procedente da língua aramaica (Martâ’), persiste através do idioma grego ou koinê (Martha). O declínio das duas línguas que perpetuam o nome da irmã de Lázaro não foi capaz de eclipsar o intenso brilho de seu testemunho e serviço ao Messias. De significado vigoroso, Marta ou senhora, era a irmã mais velha entre os seus irmãos (Lc 10.38). Seu nome, longe de ser um apelativo, a situava dentro do papel social da família judaica daqueles dias. Era a ‘senhora’ responsável por todo o formalismo cerimonial da recepção judaica ao se receber em casa um conviva. Esse fato tem sido incompreendido por aqueles que vêem na amorosa admoestação de Jesus em Lucas 10.41,42, uma repreensão acre ao caráter pragmático de Marta.
Receber um rabino em casa era uma tarefa hercúlea que exigia esforço e completa dedicação. Não se pode roubar o perfume de uma flor, muito menos extinguir os méritos sacrificiais de uma mulher que ama ao Senhor através de seus serviços. Marta, semelhante a sua irmã, Maria, assentava-se aos ‘pés de Jesus’ e ‘ouvia a sua palavra’, mas sua responsabilidade como anfitriã a distraia (Lc 10. 39,40). Estava bifurcada em dois sentimentos opostos : o de adorar através de seu serviço, ou similar a Maria, por meio de seu amor atencioso. Marta, a senhora, estava só e sobrecarregada de afazeres impostos pela etiqueta social, não era vilã, mas cordial e principesca (Lc 10.40).
O serviço de Marta garantia a tranqüilidade da adoração de Maria, assim como as ocupações litúrgicas de várias mulheres cristãs anônimas permitem a adoração daqueles que adentram a nave dos templos evangélicos. As filhas de Marta são como as colunas dos grandes edifícios modernos, não aparecem, mas sustentam toda a estrutura. Assim como Jesus amava a Marta, ama as mulheres cristãs que se consagram ao seu serviço : “Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro” e a você, filha de Marta (Jo 11.5).
A Confissão de Marta (Jo 11. 19–30).
O hálito gélido do vento leva o perfume das pétalas da flor, assim como Marta foi levada a Jesus pelo falecimento de seu irmão Lázaro (Jo 11.19,20). Os ventos outonais da vida, assim como o aluvião das chuvas de verão, não apenas trazem consigo a dor, mas também disseminam as sementes da esperança. O mesmo vento que arrasa e a mesma inundação que arrasta, são os mesmos que levam a vida a solos estéreis.
O caráter, idoneidade e fé da “senhora de Betânia” são provados diante da ruptura da vida e do laço com a morte. Um rio em condições normais deposita sedimentos não visíveis aos olhos desatentos, mas agitando-se a água todo o resíduo emerge de suas profundezas.
Dificilmente se reconhece a fé e firmeza de uma mulher cristã, quando esta apenas recebe bênçãos, mas vindo a adversidade todo o substrato do seu interior se manifesta, que pode ser tanto límpido quanto turvo.
A Maria coube-lhe o mérito do amor sacrifical demonstrado pelo seu gesto profético em João 12.3, mas a Marta o de na tempestade articular a segunda declaração de fé cristológica, semelhante a do apóstolo Pedro em Mateus 16.16 : “Sim, Senhor, creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao Mundo”.
Um sentimento acre-doce, pesar e esperança, apropriou-se de Marta. Estático, não muito distante de sua casa, o cheiro de morte, forçava a rocha sobre o túmulo. Em movimento crescente exalava o perfume da vida em direção a Marta (Jo 11.20). Maria, sua irmã, permanecia ouvindo as lamúrias das carpideiras, enquanto Marta vai ao encontro de Jesus.
Duas coisas a “senhora de Betânia” sabia :
1) que tudo quanto Jesus pedisse ao Pai, Ele o faria, e
2) que haverá ressurreição no último dia (Jo 11.22,24).
Marta na adversidade, não se recolheu, mas creu. No sofrimento não ficou estática - essa é a posição de quem está morto -, porém superou as intempéries, e foi em direção à vida que não estava distante dela, assim como não estava de Maria (Jo 11.20,28). O sofrimento revelou que no íntimo de Marta, havia muito mais do que aquilo pelo qual ainda hoje ela é medida – serviço. Este, ao contrário, não era impulsivo, mas movido por plena fé e urgência sacrifical.
O Verdadeiro Culto Cristão (Jo12. 1-11).
Os elementos necessários a um verdadeiro culto evangélico podem ser percebidos na passagem joanina em epígrafe. O local é a aldeia de Betânia, conhecida como “casa de tâmara”, que representa em João, a comunidade dos restituídos. A primeira restituição e a de Simão, o anfitrião da ceia. Este, anônimo no Evangelho de João, é conhecido pela comunidade dos discípulos por “Simão o leproso”. Uma leitura despretensiosa de Levítico 13 demonstra como o leproso está desqualificado a viver em comunidade: afastado de sua família e da comunhão religiosa. Entretanto, este homem é restituído não somente à saúde física, mas também à comunidade, através de seu encontro com Jesus. Ele nos ensina o primeiro elemento necessário ao culto cristão : a gratidão. Verdadeiros adoradores agradecem ao Senhor em todo o tempo (Sl 103).
O segundo personagem é Lázaro, o ressuscitado. Este foi reintegrado à vida. O cheiro de morte é dissipado pela fragrância da vida. Está reclinado à mesa com Jesus, ensinado-nos que numa verdadeira adoração, os adoradores têm expectativa. Lázaro está atento às palavras de Jesus. Na oração dominical somos ensinados a orarmos com expectativa: “Venha a nós o teu reino” (Mt 6.10).
Marta, a “senhora de Betânia”, serve. A verdadeira adoração não se limita ao amor de Maria, a gratidão de Simão, ou a expectativa de Lázaro, mas transcende através do serviço : “Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás” (Mt 4.10). É por esta razão que Paulo afirma que aquele que recebeu o dom de serviço deve servir (Rm 12.7).
Marta serviu ao Senhor, assim como você o serve, quando prepara na cozinha o alimento para aqueles que adoram, ou quando cuida da higiene do templo para receber a igreja de Cristo.
É uma honra para a mulher cristã ser Marta.
Esdras Costa Bentho é autor dos seguintes livros publicados pela CPAD :
Hermenêutica Fácil e Descomplicada
A Família no Antigo Testamento
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(Transcrito do site : http://www.cpad.com.br/, link Artigos)
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Pr Eduardo Silva
Uma homenagem a Missionária Eva Maria
Ao lermos embevecido as magistrais páginas do Novo Testamento, encontramos personagens que inspiram-nos a viver a vida cristã em sua dimensão mais profunda. Dentre esses se destacam intrépidas mulheres, que apesar de viverem na sociedade patriarcal hebraica, demonstraram ousadia em professar a sua fé. Os nomes das que se assentam na galeria neotestamentária somam-se às dezenas, os das anônimas, às centenas. Nem mesmo a história de um povo e de uma época machista, pode apagar as pegadas históricas da mulher que teme e ama a Deus (Mt 26.13).
Marta, a Anfitriã de Betânia (Lc. 10 - 38 e 42).
Os limítrofes de nossa inquirição exalam o perfume adocicado de uma rara flor denominada ‘Marta’. Seu nome, procedente da língua aramaica (Martâ’), persiste através do idioma grego ou koinê (Martha). O declínio das duas línguas que perpetuam o nome da irmã de Lázaro não foi capaz de eclipsar o intenso brilho de seu testemunho e serviço ao Messias. De significado vigoroso, Marta ou senhora, era a irmã mais velha entre os seus irmãos (Lc 10.38). Seu nome, longe de ser um apelativo, a situava dentro do papel social da família judaica daqueles dias. Era a ‘senhora’ responsável por todo o formalismo cerimonial da recepção judaica ao se receber em casa um conviva. Esse fato tem sido incompreendido por aqueles que vêem na amorosa admoestação de Jesus em Lucas 10.41,42, uma repreensão acre ao caráter pragmático de Marta.
Receber um rabino em casa era uma tarefa hercúlea que exigia esforço e completa dedicação. Não se pode roubar o perfume de uma flor, muito menos extinguir os méritos sacrificiais de uma mulher que ama ao Senhor através de seus serviços. Marta, semelhante a sua irmã, Maria, assentava-se aos ‘pés de Jesus’ e ‘ouvia a sua palavra’, mas sua responsabilidade como anfitriã a distraia (Lc 10. 39,40). Estava bifurcada em dois sentimentos opostos : o de adorar através de seu serviço, ou similar a Maria, por meio de seu amor atencioso. Marta, a senhora, estava só e sobrecarregada de afazeres impostos pela etiqueta social, não era vilã, mas cordial e principesca (Lc 10.40).
O serviço de Marta garantia a tranqüilidade da adoração de Maria, assim como as ocupações litúrgicas de várias mulheres cristãs anônimas permitem a adoração daqueles que adentram a nave dos templos evangélicos. As filhas de Marta são como as colunas dos grandes edifícios modernos, não aparecem, mas sustentam toda a estrutura. Assim como Jesus amava a Marta, ama as mulheres cristãs que se consagram ao seu serviço : “Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro” e a você, filha de Marta (Jo 11.5).
A Confissão de Marta (Jo 11. 19–30).
O hálito gélido do vento leva o perfume das pétalas da flor, assim como Marta foi levada a Jesus pelo falecimento de seu irmão Lázaro (Jo 11.19,20). Os ventos outonais da vida, assim como o aluvião das chuvas de verão, não apenas trazem consigo a dor, mas também disseminam as sementes da esperança. O mesmo vento que arrasa e a mesma inundação que arrasta, são os mesmos que levam a vida a solos estéreis.
O caráter, idoneidade e fé da “senhora de Betânia” são provados diante da ruptura da vida e do laço com a morte. Um rio em condições normais deposita sedimentos não visíveis aos olhos desatentos, mas agitando-se a água todo o resíduo emerge de suas profundezas.
Dificilmente se reconhece a fé e firmeza de uma mulher cristã, quando esta apenas recebe bênçãos, mas vindo a adversidade todo o substrato do seu interior se manifesta, que pode ser tanto límpido quanto turvo.
A Maria coube-lhe o mérito do amor sacrifical demonstrado pelo seu gesto profético em João 12.3, mas a Marta o de na tempestade articular a segunda declaração de fé cristológica, semelhante a do apóstolo Pedro em Mateus 16.16 : “Sim, Senhor, creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao Mundo”.
Um sentimento acre-doce, pesar e esperança, apropriou-se de Marta. Estático, não muito distante de sua casa, o cheiro de morte, forçava a rocha sobre o túmulo. Em movimento crescente exalava o perfume da vida em direção a Marta (Jo 11.20). Maria, sua irmã, permanecia ouvindo as lamúrias das carpideiras, enquanto Marta vai ao encontro de Jesus.
Duas coisas a “senhora de Betânia” sabia :
1) que tudo quanto Jesus pedisse ao Pai, Ele o faria, e
2) que haverá ressurreição no último dia (Jo 11.22,24).
Marta na adversidade, não se recolheu, mas creu. No sofrimento não ficou estática - essa é a posição de quem está morto -, porém superou as intempéries, e foi em direção à vida que não estava distante dela, assim como não estava de Maria (Jo 11.20,28). O sofrimento revelou que no íntimo de Marta, havia muito mais do que aquilo pelo qual ainda hoje ela é medida – serviço. Este, ao contrário, não era impulsivo, mas movido por plena fé e urgência sacrifical.
O Verdadeiro Culto Cristão (Jo12. 1-11).
Os elementos necessários a um verdadeiro culto evangélico podem ser percebidos na passagem joanina em epígrafe. O local é a aldeia de Betânia, conhecida como “casa de tâmara”, que representa em João, a comunidade dos restituídos. A primeira restituição e a de Simão, o anfitrião da ceia. Este, anônimo no Evangelho de João, é conhecido pela comunidade dos discípulos por “Simão o leproso”. Uma leitura despretensiosa de Levítico 13 demonstra como o leproso está desqualificado a viver em comunidade: afastado de sua família e da comunhão religiosa. Entretanto, este homem é restituído não somente à saúde física, mas também à comunidade, através de seu encontro com Jesus. Ele nos ensina o primeiro elemento necessário ao culto cristão : a gratidão. Verdadeiros adoradores agradecem ao Senhor em todo o tempo (Sl 103).
O segundo personagem é Lázaro, o ressuscitado. Este foi reintegrado à vida. O cheiro de morte é dissipado pela fragrância da vida. Está reclinado à mesa com Jesus, ensinado-nos que numa verdadeira adoração, os adoradores têm expectativa. Lázaro está atento às palavras de Jesus. Na oração dominical somos ensinados a orarmos com expectativa: “Venha a nós o teu reino” (Mt 6.10).
Marta, a “senhora de Betânia”, serve. A verdadeira adoração não se limita ao amor de Maria, a gratidão de Simão, ou a expectativa de Lázaro, mas transcende através do serviço : “Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás” (Mt 4.10). É por esta razão que Paulo afirma que aquele que recebeu o dom de serviço deve servir (Rm 12.7).
Marta serviu ao Senhor, assim como você o serve, quando prepara na cozinha o alimento para aqueles que adoram, ou quando cuida da higiene do templo para receber a igreja de Cristo.
É uma honra para a mulher cristã ser Marta.
Esdras Costa Bentho é autor dos seguintes livros publicados pela CPAD :
Hermenêutica Fácil e Descomplicada
A Família no Antigo Testamento
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(Transcrito do site : http://www.cpad.com.br/, link Artigos)
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Pr Eduardo Silva
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Reflexão-14 - Os Seis Eternos Privilégios de quem segue a Cristo !
Texto bíblico chave : Jo 10.28-29
V. 28 As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem;
V. 29 E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.
1. O PRIVILÉGIO DA IDENTIDADE ETERNA – Minhas ovelhas...
· Existem seguidores de Buda, discípulos de Maomé, imitadores de Paulo.
OVELHAS DE JESUS
· Ovelhas do Criador do Universo.
· Ovelhas do Rei dos reis e Senhor dos senhores
2. O PRIVILÉGIO DA DIREÇÃO ETERNA – Ouvem a minha voz...
· O significado da voz para a ovelha.
· Voz fala de mensagem. Personalidade. Direção.
· Voz fala de Autoridade.
3. O PRIVILÉGIO DO CONHECIMENTO ETERNO – E eu conheço-as ...
· O professor conhece a capacidade de seus alunos.
· O cirurgião conhece o corpo de seus pacientes.
· O Banco conhece o potencial econômico do cliente
· JESUS CONHECE TUDO DE SUAS OVELHAS.
· Ele conhece nossas palavras, pensamentos, sonhos, desejos, planos, virtudes, defeitos, levantar, deitar...
· Ele conhece nosso espírito, alma e corpo...
4. O PRIVILÉGIO DA COMUNHÃO ETERNA – E elas me seguem ...
· Quem segue alguém vai para onde vai
· Quem segue Jesus vai para o Céu
5. O PRIVILÉGIO DA VIDA ETERNA – Dou-lhes a vida eterna e nunca hão de perecer...
· O maravilhoso significado de vida eterna
6. O PRIVILÉGIO DA SEGURANÇA ETERNA – Ninguém as arrebatará da minha mão...
· Homens, demônios, inferno, NINGUÉM pode arrebatar
· Mão cheia de poder.
· Mão cheia de virtude.
· Mão cheia de amor.
· Mão cheia de sangue.
Torne-se hoje ovelha de Cristo e receba estes seis eternos privilégios.
Pr Geziel Gomes
(Extraído do site : http://www.pastorgeziel.com.br/, Link Estudos)
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Pr Eduardo Silva
V. 28 As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem;
V. 29 E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.
1. O PRIVILÉGIO DA IDENTIDADE ETERNA – Minhas ovelhas...
· Existem seguidores de Buda, discípulos de Maomé, imitadores de Paulo.
OVELHAS DE JESUS
· Ovelhas do Criador do Universo.
· Ovelhas do Rei dos reis e Senhor dos senhores
2. O PRIVILÉGIO DA DIREÇÃO ETERNA – Ouvem a minha voz...
· O significado da voz para a ovelha.
· Voz fala de mensagem. Personalidade. Direção.
· Voz fala de Autoridade.
3. O PRIVILÉGIO DO CONHECIMENTO ETERNO – E eu conheço-as ...
· O professor conhece a capacidade de seus alunos.
· O cirurgião conhece o corpo de seus pacientes.
· O Banco conhece o potencial econômico do cliente
· JESUS CONHECE TUDO DE SUAS OVELHAS.
· Ele conhece nossas palavras, pensamentos, sonhos, desejos, planos, virtudes, defeitos, levantar, deitar...
· Ele conhece nosso espírito, alma e corpo...
4. O PRIVILÉGIO DA COMUNHÃO ETERNA – E elas me seguem ...
· Quem segue alguém vai para onde vai
· Quem segue Jesus vai para o Céu
5. O PRIVILÉGIO DA VIDA ETERNA – Dou-lhes a vida eterna e nunca hão de perecer...
· O maravilhoso significado de vida eterna
6. O PRIVILÉGIO DA SEGURANÇA ETERNA – Ninguém as arrebatará da minha mão...
· Homens, demônios, inferno, NINGUÉM pode arrebatar
· Mão cheia de poder.
· Mão cheia de virtude.
· Mão cheia de amor.
· Mão cheia de sangue.
Torne-se hoje ovelha de Cristo e receba estes seis eternos privilégios.
Pr Geziel Gomes
(Extraído do site : http://www.pastorgeziel.com.br/, Link Estudos)
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Pr Eduardo Silva
Reflexão-13 - A Centralidade do Evangelho do Reino !
O mais importante é manter o mais importante o mais importante. (first things first). Foco : Volta radical ao conteúdo original do evangelho.
Três afirmações essenciais do evangelho :
1. O REINO CHEGOU (Mc 1:14,15) - César (filho de Deus, portanto divino) - Nossa mensagem é uma convocação para o Reino hoje (não uma esperança para depois da morte). Significa que o Reino de Deus chegou com a chegada do Rei ! O novo Reino promete paz, segurança, liberdade, reconciliação, etc... Submeta-se ao novo Rei para que vc participe do seu reinado aqui e agora.
Salvação é consequência. (o céu é um bônus, agente nem pensa). A convocação de Jesus é para agora, para hoje!- Arrepender=Metanóia - expansão da consciência (ver além da visãosinha miópica; enxergue o que Deus está fazendo; uma nova postura diante da vida)
2. JESUS CRISTO É O REI (Rm 10:9) - Ele é o "Kirios", o Cristo. Nossa declaração não é "pare de pecar !" e sim "creia que Jesus é Senhor e submeta-se ao Senhorio dEle. Isto significa que : Jesus muda tudo!- Muda a fonte da autoridade e as lealdades : Jesus Cristo é Kirios (Senhor) = detém autoridade sobre tudo e todos (não César = você não tem poder de tomar minha vida) É ele que define minhas opiniões, minha conduta, etc...) - Jesus é um Rei crucificado : Pagou a dívida; entregou-se; se fez pecado; representou-me diante de Deus. Deus demonstrando seu amor. (É um Rei diferente, Ele é Deus!) - Muda relações humanas (não mais fraternidade do sangue, fraternidade da cruz; nossa filiação não é mais dos nossos pais; agora é do Pai celestial) - Muda relações econômicas (ser humano vale mais do que porco) - Muda relações sociais (fala em público com quem não pode; exerce autoridade pelo serviço e não pela força; condena fariseus; pega crianças no colo) - Muda relação do homem com pecado (não está no que você faz, está dentro de você; o que contamina é o que sai) - Reconcilia-nos com Deus, conosco(id), e com o próximo (tira todo medo).
3. QUEM CRÊ PARTICIPA DO SEU REINADO (Mt 28:18-20), Indo, façam discípulos, etc...Isto significa que - Não é: "já aceitou como Salvador mas não como Senhor" - a nossa mensagem não é "vc quer aceitar a Jesus como seu salvador? para não ir p/o inferno?", uma policy de seguro. É na verdade : "Vc crê que Jesus é Senhor ? Vc quer submeter a sua vida ao Senhorio de Jesus Cristo e em vida desfrutar os benefícios da salvação ?"- em crendo, fará de Jesus o seu maior valor. (Frutos). De quê adianta eloquência, performance, carisma, programações, etc... se não existe conteúdo do Evangelho ?. Nossa essência é uma, nossa mensagem é uma, nossa lealdade é uma - não queremos crescer, queremos viver para Deus e espalhar o evangelho.
Joel Freire Costa Jr-JR
(Transcrito do blog : http://www.joelcostajr.blogspot.com/)
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Eduardo Silva
Três afirmações essenciais do evangelho :
1. O REINO CHEGOU (Mc 1:14,15) - César (filho de Deus, portanto divino) - Nossa mensagem é uma convocação para o Reino hoje (não uma esperança para depois da morte). Significa que o Reino de Deus chegou com a chegada do Rei ! O novo Reino promete paz, segurança, liberdade, reconciliação, etc... Submeta-se ao novo Rei para que vc participe do seu reinado aqui e agora.
Salvação é consequência. (o céu é um bônus, agente nem pensa). A convocação de Jesus é para agora, para hoje!- Arrepender=Metanóia - expansão da consciência (ver além da visãosinha miópica; enxergue o que Deus está fazendo; uma nova postura diante da vida)
2. JESUS CRISTO É O REI (Rm 10:9) - Ele é o "Kirios", o Cristo. Nossa declaração não é "pare de pecar !" e sim "creia que Jesus é Senhor e submeta-se ao Senhorio dEle. Isto significa que : Jesus muda tudo!- Muda a fonte da autoridade e as lealdades : Jesus Cristo é Kirios (Senhor) = detém autoridade sobre tudo e todos (não César = você não tem poder de tomar minha vida) É ele que define minhas opiniões, minha conduta, etc...) - Jesus é um Rei crucificado : Pagou a dívida; entregou-se; se fez pecado; representou-me diante de Deus. Deus demonstrando seu amor. (É um Rei diferente, Ele é Deus!) - Muda relações humanas (não mais fraternidade do sangue, fraternidade da cruz; nossa filiação não é mais dos nossos pais; agora é do Pai celestial) - Muda relações econômicas (ser humano vale mais do que porco) - Muda relações sociais (fala em público com quem não pode; exerce autoridade pelo serviço e não pela força; condena fariseus; pega crianças no colo) - Muda relação do homem com pecado (não está no que você faz, está dentro de você; o que contamina é o que sai) - Reconcilia-nos com Deus, conosco(id), e com o próximo (tira todo medo).
3. QUEM CRÊ PARTICIPA DO SEU REINADO (Mt 28:18-20), Indo, façam discípulos, etc...Isto significa que - Não é: "já aceitou como Salvador mas não como Senhor" - a nossa mensagem não é "vc quer aceitar a Jesus como seu salvador? para não ir p/o inferno?", uma policy de seguro. É na verdade : "Vc crê que Jesus é Senhor ? Vc quer submeter a sua vida ao Senhorio de Jesus Cristo e em vida desfrutar os benefícios da salvação ?"- em crendo, fará de Jesus o seu maior valor. (Frutos). De quê adianta eloquência, performance, carisma, programações, etc... se não existe conteúdo do Evangelho ?. Nossa essência é uma, nossa mensagem é uma, nossa lealdade é uma - não queremos crescer, queremos viver para Deus e espalhar o evangelho.
Joel Freire Costa Jr-JR
(Transcrito do blog : http://www.joelcostajr.blogspot.com/)
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Eduardo Silva
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Reflexão-12 - Pecadores sem Maldição !
Desde a adolescência, organizei minha vida com valores religiosos. Freqüentei e lecionei em escolas dominicais. Militei em grupos de jovens cristãos. Estudei em um instituto bíblico. Conheci bem os bastidores do mundo religioso, tanto no Brasil como nos Estados Unidos. Sincero e zeloso, sempre procurei cumprir as exigências de todas as instituições que participei. Se a igreja não permitia as mulheres cortarem o cabelo, briguei com a minha por aparar as franjas; se era pecado ir ao cinema, eu, que não aceitava essa proibição absurda, para evitar mau testemunho, viajava para longe se queria ver algum filme.
Relevei disparates, incoerências e hipocrisias eclesiásticas, porque considerava a causa de Cristo mais importante que as pessoas. Para não “escandalizar”, fazia vista grossa para comportamentos incompatíveis com a mensagem cristã. Abraçado às instituições, acabei conivente de mercenários, alguns intencionalmente cobiçosos. Justifiquei tolices argumentando que as pessoas eram minimamente sinceras. Nem sei como me iludi a ponto de dizer: “fulano faz bobagem, muita bobagem, mas é sincero”.
Cheguei a um tempo de vida, que algumas reivindicações da religião perderam o apelo. Com tantas decepções, deixei de acreditar na pretensa santidade dos religiosos. Considero piegas as pregações de que Deus exige uma santidade perfeita. Lembro imediatamente dos malabarismos que testemunhei que tentavam falsear tantas inadequações, dos jogos de esconde-esconde para não expor demagogias.
Jesus não conviveu com gente muito certinha. Ao contrário, ele os evitava e criticava. Chamou os austeros sacerdotes de sepulcros caiados, de cegos que guiam outros cegos, de hipócritas e, o mais grave, de condenarem os prosélitos a um duplo inferno. Cristo gostava da companhia dos pecadores, que lhe pareciam mais humanos.
Jesus alistou pessoas bem difíceis para serem apóstolos; Pedro era tempestivo; Tomé, hesitante; João, vingativo; Filipe, lento em compreender; Judas, ladrão. Acostumado com os freqüentadores de sinagoga e com os doutores da Lei, por que ele não buscou seguidores nesses círculos? Talvez, não entendesse santidade e perfeição como muitos.
Jesus aceitou que uma mulher de reputação duvidosa lhe derramasse perfume; elogiou a fé de um centurião romano, adorador de ídolos; não permitiu que apedrejassem uma adúltera para perdoá-la; mostrou-se surpreso com a determinação de uma Cananéia; prometeu o paraíso para um ladrão nos estertores da morte. Sabedor das exigências da lei, por que Jesus não mediu esforços ou palavras para enaltecer gente assim? Talvez, não entendesse santidade e perfeição como muitos.
Para Jesus, santidade não significava uma simples obediência de normas. Para ele, os atos não valem o mesmo que as intenções. Adultério não se restringe a sexo, mas tem a ver com valores que podem ou não gerar uma traição. O ódio que explode com ânsias de matar é mais grave do que o próprio homicídio. Para ele, portanto, pecado e santidade fazem parte das dimensões mais profundas do ser humano. Lá, naquele nascedouro, de onde brotam os primeiros filetes do que se transformará em um rio, forma-se o caráter. E santidade depende da estrutura do ser, com índole que gera as decisões.
Para Jesus, santidade se confunde com integridade; que deve ser compreendida como inteireza. As sombras, as faltas, as inadequações, os defeitos, bem como as luzes, as bondades, as grandezas, as virtudes, de cada um precisam ser encaradas sem medos, sem panacéias, sem eufemismos. Deus não requer vidas perfeitinhas, pois ele sabe que a estrutura humana é pó; não exige correção absoluta, pois para isso, teria que nos converter em anjos.
As prostitutas, que souberem lidar com faltas e defeitos com inteireza, precederão os sacerdotes bem compostos, mas que vivem de varrer as faltas para debaixo dos tapetes eclesiásticos. O samaritano, que traduziu humanidade em um gesto de solidariedade, é herói de uma parábola que descreve como herdar o céu. O tempestivo Pedro, que transpirava sinceridade, recebeu as chaves do Reino de Deus. A mulher, que fora possessa de sete demônios, anuncia a alvissareira notícia da ressurreição.
Os mandamentos e a lei só serviram para mostrar que para produzir humanidade não servem os legalismos. Integridade e santidade nascem do exercício constante de confrontar suas luzes e sombras trazendo-as diante de Deus e mesmo assim saber-se amado por Ele.
(Soli Deo Gloria)
Pr Ricardo Gondim (Transcrito do site http://www.ricardogondim.com.br/, link Estudos)________________________________
Eduardo Silva
Relevei disparates, incoerências e hipocrisias eclesiásticas, porque considerava a causa de Cristo mais importante que as pessoas. Para não “escandalizar”, fazia vista grossa para comportamentos incompatíveis com a mensagem cristã. Abraçado às instituições, acabei conivente de mercenários, alguns intencionalmente cobiçosos. Justifiquei tolices argumentando que as pessoas eram minimamente sinceras. Nem sei como me iludi a ponto de dizer: “fulano faz bobagem, muita bobagem, mas é sincero”.
Cheguei a um tempo de vida, que algumas reivindicações da religião perderam o apelo. Com tantas decepções, deixei de acreditar na pretensa santidade dos religiosos. Considero piegas as pregações de que Deus exige uma santidade perfeita. Lembro imediatamente dos malabarismos que testemunhei que tentavam falsear tantas inadequações, dos jogos de esconde-esconde para não expor demagogias.
Jesus não conviveu com gente muito certinha. Ao contrário, ele os evitava e criticava. Chamou os austeros sacerdotes de sepulcros caiados, de cegos que guiam outros cegos, de hipócritas e, o mais grave, de condenarem os prosélitos a um duplo inferno. Cristo gostava da companhia dos pecadores, que lhe pareciam mais humanos.
Jesus alistou pessoas bem difíceis para serem apóstolos; Pedro era tempestivo; Tomé, hesitante; João, vingativo; Filipe, lento em compreender; Judas, ladrão. Acostumado com os freqüentadores de sinagoga e com os doutores da Lei, por que ele não buscou seguidores nesses círculos? Talvez, não entendesse santidade e perfeição como muitos.
Jesus aceitou que uma mulher de reputação duvidosa lhe derramasse perfume; elogiou a fé de um centurião romano, adorador de ídolos; não permitiu que apedrejassem uma adúltera para perdoá-la; mostrou-se surpreso com a determinação de uma Cananéia; prometeu o paraíso para um ladrão nos estertores da morte. Sabedor das exigências da lei, por que Jesus não mediu esforços ou palavras para enaltecer gente assim? Talvez, não entendesse santidade e perfeição como muitos.
Para Jesus, santidade não significava uma simples obediência de normas. Para ele, os atos não valem o mesmo que as intenções. Adultério não se restringe a sexo, mas tem a ver com valores que podem ou não gerar uma traição. O ódio que explode com ânsias de matar é mais grave do que o próprio homicídio. Para ele, portanto, pecado e santidade fazem parte das dimensões mais profundas do ser humano. Lá, naquele nascedouro, de onde brotam os primeiros filetes do que se transformará em um rio, forma-se o caráter. E santidade depende da estrutura do ser, com índole que gera as decisões.
Para Jesus, santidade se confunde com integridade; que deve ser compreendida como inteireza. As sombras, as faltas, as inadequações, os defeitos, bem como as luzes, as bondades, as grandezas, as virtudes, de cada um precisam ser encaradas sem medos, sem panacéias, sem eufemismos. Deus não requer vidas perfeitinhas, pois ele sabe que a estrutura humana é pó; não exige correção absoluta, pois para isso, teria que nos converter em anjos.
As prostitutas, que souberem lidar com faltas e defeitos com inteireza, precederão os sacerdotes bem compostos, mas que vivem de varrer as faltas para debaixo dos tapetes eclesiásticos. O samaritano, que traduziu humanidade em um gesto de solidariedade, é herói de uma parábola que descreve como herdar o céu. O tempestivo Pedro, que transpirava sinceridade, recebeu as chaves do Reino de Deus. A mulher, que fora possessa de sete demônios, anuncia a alvissareira notícia da ressurreição.
Os mandamentos e a lei só serviram para mostrar que para produzir humanidade não servem os legalismos. Integridade e santidade nascem do exercício constante de confrontar suas luzes e sombras trazendo-as diante de Deus e mesmo assim saber-se amado por Ele.
(Soli Deo Gloria)
Pr Ricardo Gondim (Transcrito do site http://www.ricardogondim.com.br/, link Estudos)________________________________
Eduardo Silva
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