Não obstante presenciarmos momentos dos “tempos difíceis” ou “selvagens”, fazemos parte de uma geração privilegiada. Estamos dentro de uma época de suma importância para a Igreja de Cristo – A brevidade da Volta de Jesus!
Os sinais são tantos que não mais alertamos para aquilo que acontece ao nosso redor. A Parábola das Dez Virgens alerta para esse perigo. Cinco delas possuíam (também) lamparinas e azeite, mas não mantinham a reserva necessária para as bodas. Suas lâmpadas eram intermitentes, e poderiam apagar a qualquer momento. Não havia consistência no brilho da luz e qualquer vento poderia apagá-la.
Nessa parábola, a Palavra alerta para o momento inesperado – quando o Noivo virá – “Ouve-se um grito: aí vem o noivo!” A Bíblia fala disso alertando que o Senhor virá na hora não esperada: “Porventura quando o Senhor vier achará fé na terra?”
O versículo do qual tomamos a frase “tempos difíceis” ou “tempo trabalhosos” (2Tm 3.1), chama a atenção para “as coisas que se tornarão piores à medida que o fim se aproximar (...). Os últimos dias serão assimilados por um aumento cada vez maior se iniqüidade no mundo, um colapso nos padrões morais e a multiplicação de falsos crentes e falsas igrejas dentro do reino de Deus (...). Esses tempos serão espiritualmente difíceis e penosos para os verdadeiros servos de Deus” (Bíblia de Estudo Pentecostal).
Temas-sinais do fim
Os temas que refletem os últimos tempos se perdem de vista. Há pouco mais de três décadas, precisamente no início dos anos sessentas, não se via tantos sinais. Mas a partir dela, quando se implantou a Revolução Cultural, os sinais brotam como ervas daninhas. Os filhos das gerações de 60 e 70 – a época dos hippies e Beatlhes geraram os pais liberais de hoje, a geração do anarquismo, de Guevara, que adotou como filosofia de vida o ditado espanhol: “Se há governo sou contra”. Esta filosofia está de acordo com o texto de 2Tessaloninces 2.4: “o qual se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou se adora...”.
Perdemos referenciais de valores éticos, conceitos de moral, postura humana e educação, reflexos da Pós-modernidade, e com ela o efeito utilidade, em que os valores são medidos a partir do conceito de útil. Dado a isso os órgãos ligados à medicina prega a Ortotanásia (morte correta), com a idéia de morte com dignidade. Por ela todos os meios de sobrevida ministrados a um paciente seriam interrompidos, com autorização de familiares, para que o paciente “deixe de sofrer” e morra de forma correta e assistida.
Por trás de toda essa “bondade” existem inúmeros interesses e valores (de mercado).
Há uma busca desenfreada pelo ter em detrimento ao ser. As novidades brotam como joios.
Simultaneamente aos acontecimentos, o homem fala o que sente e já alerta para o fim do mundo. Isso não traduz nenhum tipo de sentimento religioso, mas da expressão natural daquilo que se vê.
Estima-se que 10 milhões de norte-americanos acham que a hora está próxima. “Eu acho que o mundo vai acabar e espero que seja pela vontade de Deus, mas acho que a cada dia nos sobra menos tempo”, observa o ex-secretário de Defesa dos EUA, Caspar Weinberger.
Falência do sistema financeiro
O sistema financeiro do mundo está falido. Vários países tentam conviver com uma bolha que ameaça explodir a cada dia. Os Estados Unidos, a mais estável economia do mundo, também sofre influências de fora e internas em sua economia, especialmente em função dos efeitos da globalização. Atualmente, é alvo de mais uma crise, que, embora cíclica, como tem sido todas elas até aqui. Mas uma hora dessas a bolha explode.
No atual sistema financeiro e egoísta, trilhões de dólares, teoricamente de ninguém, roda pelo mundo nas mãos de investidores, que participam de uma corrida desenfreada e egoísta em busca de lucros.
Tudo isso acontece devido à globalização. Ela torna o sistema financeiro bastante vulnerável e atinge a estabilidade econômica do mundo. Na verdade, o mundo está falido no que tange à economia. Governantes e líderes do mundo já pensam em um outro sistema financeiro.
O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, quando convocou países ricos para discutir os problemas financeiros do mundo, declarou o seguinte: “Este é o maior desafio financeiro que o mundo enfrenta em 50 anos”.
Precisamos acelerar nossos esforços para reformar o sistema financeiro internacional (...) e discutir maneiras de adaptar a arquitetura financeira do século 21”. Bill Clinton falou da “crise financeira global” e que “O crescimento interno depende do externo”. Estas declarações fazem referências à corrida da globalização, que é um caminho predito pela Palavra, necessário ao mundo e sem volta.
Novo sistema
O mundo já experimentou alguns sistemas de troca. Primeiro o homem carregava a mercadoria nas costas para trocar por outra. Um saco de arroz, por exemplo, poderia ser trocado por um carneiro. A pessoa que possuía o animal – com carne, lã e gordura – e não possuía grão, tinha como única maneira a troca – sistema de compra e venda da época. Mas com a evolução houve a necessidade de aprimoramento.
Depois de muitos avanços, o homem inventou a moeda. Um sistema interessante. Por ele, se evitava todo o transtorno causado pelo transporte de produtos de um lado para outro. O sistema foi tão bom que teve desdobramentos maravilhosos. Com ele o homem passou a ter mais ambições, e já podia armazenar riquezas, não mais em um amontoado de coisas ou produtos, mas em moedas. No auge do desenvolvimento da nova descoberta surgiu o dinheiro de plástico (cartão de crédito).
Mas João profetizou que chegaria um tempo quando o homem não iria negociar – comprar ou vender – caso não tivesse em si próprio o sinal ou número de um cadastramento: “para que ninguém possa comprar ou vender... senão aquele que tiver o número”, Ap 13.18.
O dinheiro sempre evoluiu. A humanidade passou a depender dele. O simples papel chegou a delimitar valores.
Entretanto, o mundo caça, a qualquer custo, um novo meio de sobrevivência. Desta vez não é um pequeno grupo de pessoas, como do primeiro sistema. Uma multidão de mais de mais de 6 bilhões de homens não vê a luz no túnel, mas somente trevas:
“A catástrofe econômica, social e política no Brasil é uma possibilidade concreta e muito grande, dadas as condições internas adversas, que já estão postas, e as externas, globais, que poderão se generalizar a qualquer momento. A catástrofe planetária é quase uma certeza. O que não se sabe ainda é como, por onde e exatamente quando começará”. Está é a opinião de Luiz Carlos Gomes Soares, de Curitiba, publicada na Folha de São Paulo, de 14/8/98.
Na verdade o mundo está se fundindo em blocos porque não tem alternativa. Os críticos da globalização devem saber que ela é irreversível. A Europa começou a se unir como forma de resolver seus problemas. E as demais regiões do planeta seguiram os mesmos passos. Não há retorno e tampouco outro caminho humano.
Depois o homem dará o salto final para unir os blocos em um só e dar o poder a um único governo mundial – o Anticristo. É tempo de Teshuvá – arrependimento e reencontro –, conforme Lamentações de Jeremias 5.
Antônio Mesquita é ministro do Evangelho, editor-chefe do Departamento de Jornalismo da CPAD; presidente do Conselho de Comunicação da CGADB e autor dos livros Tira-dúvidas da Língua Portuguesa; Ilustrações para Enriquecer suas Mensagens; e Pontos Difíceis de Entender (CPAD).
Os assuntos tratados nesse artigo são tratados em seu último livro, recém lançado Fronteira Final – O ALERTA DOS POLOS – Cientistas alarmados com o ritmo do derretimento do gelo polar (Veja)
Neste livro são analisados os sinais dos últimos tempos. A iniciativa do autor se deu em virtude da divulgação da ONU dos riscos oferecidos à humanidade, devido ao aquecimento da Terra e o conseqüente degelo polar. O livro inclui ainda novos focos, que também apontam para o mesmo caminho: o Fim!
Previsões científicas e até profecias do cientista judeu Newton, além, obviamente, das profecias maiores – as sagradas são analisadas no livro.
O objetivo é despertar para a realidade da época em que vivemos – uma geração privilegiada, pois estamos rodeados de eventos preditos, que os nossos primeiros irmãos gostariam de presenciar. Com certeza se alegrariam pela ocorrência de sinais, que indicam a brevidade da Volta do Senhor Jesus.
Pela primeira vez percebeu-se que o mundo todo se dobrou diante do perigo, dos riscos. A verdade é que a doença anunciada há tanto tempo, levou o enfermo globo terrestre ao pedido de tratamento intensivo, ou então, morrerá.
A mídia em todo o mundo publicou matéria em tom de alerta, com base no relatório da ONU sobre a ameaça de degelo polar. O meio ambiente está enfermo e coloca o mundo na UTI.
Nunca se viu algo tão amedrontador, desde 1850, quando a medição da temperatura da Terra passou a ser medida de maneira mais confiável. A elevação nos últimos anos acelerou com o aumento de 0,13ºC por cada década. A concentração de CO² na atmosfera, a partir do século 18, com a Revolução Industrial, quase duplicou e passou de 220 partes por milhão (ppm) para 383. O que mais assusta é que a segunda parte do relatório denominado AR4, apresentado em abril/2007, indica que o Sol “leva a culpa” por somente 7% do aquecimento...
“Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do Homem há de vir à hora em que não penseis” (Mt 24.44). “Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor”, Mt 24.42, mas “quando virdes todas essas coisas, sabei que Ele está próximo”, Mt 24.33.
Pr. Antônio Mesquita
E-mail : mesquita.antonio@cpad.com.br
Extraido do site : www.cpad.com.br, link "Artigos".
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Pr Eduardo Silva
UM SERVO A SERVIÇO DE DEUS !
Agenda, atualidades, composições, curiosidades, estudos, seminários, simpósios, palestras, músicas, sermões e atualidades. Residindo em Fortaleza, CE, Brasil.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
TSE retira comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN !
Leia o comentário de Dora Kramer, Estadão de Domingo, 17 de Janeiro de 2010 :
"A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do Presidente Lula, até pode ter amparo na legislação eleitoral, mas fere o preceito constitucional do direito da livre expressão e frontalmente a lei de imprensa".
Não deixem de ler e reler o texto abaixo. Passem adiante, reflitam sobre ele !
A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE.
(ARNALDO JABOR)
O que foi que nos aconteceu ?. No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor,"explicáveis demais".
Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas.
Tudo já aconteceu e nada acontece... Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola.
A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira !
Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada !
Os fatos reais : com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos !
Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo !
Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz !
Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata !. Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de "povo", consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em "acusações falsas", sua condição de cúmplice e Comandante em "vítima" !
E a população ignorante engole tudo.. Como é possível isso?
Simples : o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados - nos comunica o STF.
Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização.
Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo.
Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito...
Está havendo uma desmoralização do pensamento.
Deprimo-me:
Denunciar para quê, se indignar com quê ? Fazer o quê ?
A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.
A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais Aos fatos !
Pior : que os fatos não são nada - só valem as versões, as manipulações.
No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.
Depois surgiram dois grandes documentos históricos : o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da república. São verdades cristalinas, com sol a Pino.
E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de "gafe".
Lulo-Petistas clamam: "Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT ? Como ousaram ser honestos" ?
Sempre que a verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de exibicionista. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos ?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de "finesse" do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando.
Mas agora é diferente.
As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma neo-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte.
Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o Populismo e o simplismo.
Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em "a favor" do povo e "contra", recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o "sim" e o "não", teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição Mundo x Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.
Alguns otimistas dizem: "Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de Verdades" !
ESSE TEXTO PRECISA E DEVE SE TRANSFORMAR NA MAIOR CORRENTE QUE A INTERNET JÁ VIU !
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TSE determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN.
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Não deixe de repassar é o mínimo que podemos fazer diante de tanta corrupção !
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Recebido por E-mail de Gregório Chaves : gregchaves2008@hotmail.com
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Pr Eduardo Silva
"A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do Presidente Lula, até pode ter amparo na legislação eleitoral, mas fere o preceito constitucional do direito da livre expressão e frontalmente a lei de imprensa".
Não deixem de ler e reler o texto abaixo. Passem adiante, reflitam sobre ele !
A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE.
(ARNALDO JABOR)
O que foi que nos aconteceu ?. No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor,"explicáveis demais".
Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas.
Tudo já aconteceu e nada acontece... Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola.
A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira !
Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada !
Os fatos reais : com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos !
Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo !
Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz !
Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata !. Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de "povo", consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em "acusações falsas", sua condição de cúmplice e Comandante em "vítima" !
E a população ignorante engole tudo.. Como é possível isso?
Simples : o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na Fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados - nos comunica o STF.
Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização.
Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo.
Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito...
Está havendo uma desmoralização do pensamento.
Deprimo-me:
Denunciar para quê, se indignar com quê ? Fazer o quê ?
A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.
A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais Aos fatos !
Pior : que os fatos não são nada - só valem as versões, as manipulações.
No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.
Depois surgiram dois grandes documentos históricos : o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da república. São verdades cristalinas, com sol a Pino.
E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de "gafe".
Lulo-Petistas clamam: "Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT ? Como ousaram ser honestos" ?
Sempre que a verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de exibicionista. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos ?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de "finesse" do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando.
Mas agora é diferente.
As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma neo-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte.
Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o Populismo e o simplismo.
Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em "a favor" do povo e "contra", recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o "sim" e o "não", teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição Mundo x Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.
Alguns otimistas dizem: "Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de Verdades" !
ESSE TEXTO PRECISA E DEVE SE TRANSFORMAR NA MAIOR CORRENTE QUE A INTERNET JÁ VIU !
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TSE determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN.
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Não deixe de repassar é o mínimo que podemos fazer diante de tanta corrupção !
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Recebido por E-mail de Gregório Chaves : gregchaves2008@hotmail.com
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Pr Eduardo Silva
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Leis Contrárias aos Interesses dos Evangélicos !
LEIS QUE TRAMITAM EM BRASÍLIA CONTRÁRIAS ÀS IGREJAS, PRINCIPALMENTE EVANGÉLICAS.
O DEPUTADO RODOVALHO NA CAMARA FEDERAL, TEM LUTADO CONTRA.
E O SEU DEPUTADO, TEM FEITO O QUE ?
LEIAM ,OREM, DIVULGUEM, INTERCEDAM A DEUS, COBREM DOS SEUS POLÍTICOS E REPASSEM ESTE
ARTIGO A QUEM VOCE PUDER.
"Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho.
E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo". Marcos 13.9 e 13
A Bíblia diz que no fim dos tempos os filhos de Deus serão perseguidos e odiados.
Veja aqui abaixo algumas leis tramitando na Camara Federal brasileira, que, se APROVADAS, inviabilizará o crescimento e disseminação do Evangelho no Brasil :
* Será proibido fazer cultos ou evangelismo na rua (Reforma Constitucional)
* Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional)
* As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
* Programas evangélicos na televisão apenas uma hora por dia.
* Pastores/Padres só poderão fazer programas de televisão, se tiverem formação superior em jornalismo.
* Será considerado crime pregar contra espiritismo, feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e internet, sobre tais práticas contrárias a Palavra de Deus.
* Pastores/Padres que pregarem sobre dízimos e ofertas, dependendo do número de reclamações, serão presos.
* Pastores/Padres que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
* Igrejas que não realizarem casamento de homem com homem e mulher com mulher, estarão fazendo "discriminação", poderão ser multadas e os pastores/Padres processados.
* Querem que o dia do 'Orgulho Gay' seja oficializado em todas as cidades brasileiras.
Reforma Constitucional – Mudanças no texto da Constituição que garantem a liberdade de culto. Se aprovadas, fica proibido culto fora das igrejas (evangelismo de rua), cultos religiosos só com portas fechadas.
Projeto nº 4.720/03 – Altera a legislação do "imposto de renda" das pessoas jurídicas.
Projeto nº 3.331/04 – Altera o artigo 12 da Lei nº 9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das "pessoas físicas"
Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
Projeto nº 299/99 – Altera o código brasileiro de telecomunicaçõ es (Lei 4.117/62).
Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio e televisão a apenas uma hora.
Projeto nº6.398/05 – Regulamenta a profissão de Jornalista
Contém artigos que estabelecem que só poderá fazer programas de rádio e televisão, pessoas com formação em JORNALISMO, Significa que pastores sem a formação em jornalismo não poderão fazer programas através desses meios.
Projeto nº 1.154/03 – Proíbe veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso.
Se aprovado, será considerado crime pregar sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens sobre essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão, jornais e internet. A verdade sobre esse atos contrários a Palavra de Deus, não poderá mais ser mostrada.
Projeto nº 952/03 – Estabelece que é crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas.
Convertido em Lei, pelo número de reclamações, pastores serão considerados 'criminosos' por pregarem sobre dízimos e ofertas.
Projeto nº 4.270/04[/b] – Determina que comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser passíveis de ação civil.
Se convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo, feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
Projeto de nº 216/04[/b] – Torna inelegível a função religiosa com a governamental.
Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer trabalhos na igreja.
Existem outros projetos em andamento que ferem princípios bíblicos, entre eles:
* Casamento de homens com homens e mulheres com mulheres.
* Estabelecer um dia oficial do "Orgulho Gay" em todas as cidades brasileiras, entre outros.
Divulguem isto para seus irmãos em Cristo !. Passe para pastores das igrejas que vocês conhecem, para que todos estejam cientes, para não colocarmos ímpios no poder, e perdermos nosso direitos como pregadores da verdadeira Palavra de Deus.
Fonte : Recebido Por E-mail
Prof. José Amaro da Silva Júnior - jasunior@hotmail.com
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COMENTÁRIO DO TITULAR DO BLOG :
1) De certa forma, igrejas precisam, sim, declarar o que recebem, e mais, pastores deveriam declarar os seus bens antes de assumirem igrejas, para evitar o enriquecimento ilícito de muitos. Há casos de alguns que em pouco tempo ficaram ricos, beneficiando vergonhosamente familiares, parentes e amigos, fazendo o conhecido nepotismo da podre política mundana. Para se coibir casos assim, sou perfeitamente favorável a que o Ministério da Fazendo e o Ministério Público olhem com mais rigor para esses enganadores canalhas e corruptos, a vergonha do Santo Evangelho de Jesus. Infelizmente estrá cheio deles travestidos de pastores...
2) Proibir falar mal de determinadas religiões e crenças está corretíssimo. O Evangelho por si só se auto promove e convence o homem do seu estado pecador. Sempre se constituiu crime difamar, caluniar, macunar a imagem, falar mal, atingir com palavras. Quem assim procede deve responder por seus atos. Não temos que ficar apontando essa ou aquela religião ou prática religiosa em tom discriminatório e ofensivo. Temos o melhor para o mundo - a palavra de Deus na sua mais sublime essencia. Já é hora desses abusos serem contidos, partam de quem partir.
3) De pastor ser preso e não poder se defender, isso não tem nenhum fundamento legal, fere o princípio do direito de defesa que todo cidadão tem a seu favor. Até quem comete os mais hediondos delitos tem seus direitos de defesa garantidos pela constituição. Não tem nenhum fundamento essa informação. Nem devemos nos preocupar com isto.
4) Ter formação superior para utilizar os meios de comunicação, seria bom, mas não vejo como imprescindível. Sem nenhuma relevancia isto.
5) Os gays se enquadram no intem (2) acima. Como cidadãos, tem seus direitos e não devem ser objeto de ataques e agressões de ninguem. Essa é uma questão. Excercem seus direitos individuais como qualquer outra pessoa. Que os deixemos em paz. Preguemos a palavra e o Senhor os libertará se assim desejarem. Agora, aceitá-los na igreja como são, sem mudança de vida, sem transformação real, sem novo nascimento em Cristo, claro que isto fere os ensinamentos Bíblicos, a doutrina que professamos e tambem os Estatutos e Regimentos internos das igrejas evangélicas, instrumentos que as regem social, moral e espiritualmente. Não creio na aprovação de um absurdo desses. Inacentável sob todos os aspectos. Fiquemos alerta, vigilantes.
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Pr Eduardo Silva
O DEPUTADO RODOVALHO NA CAMARA FEDERAL, TEM LUTADO CONTRA.
E O SEU DEPUTADO, TEM FEITO O QUE ?
LEIAM ,OREM, DIVULGUEM, INTERCEDAM A DEUS, COBREM DOS SEUS POLÍTICOS E REPASSEM ESTE
ARTIGO A QUEM VOCE PUDER.
"Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho.
E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo". Marcos 13.9 e 13
A Bíblia diz que no fim dos tempos os filhos de Deus serão perseguidos e odiados.
Veja aqui abaixo algumas leis tramitando na Camara Federal brasileira, que, se APROVADAS, inviabilizará o crescimento e disseminação do Evangelho no Brasil :
* Será proibido fazer cultos ou evangelismo na rua (Reforma Constitucional)
* Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional)
* As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
* Programas evangélicos na televisão apenas uma hora por dia.
* Pastores/Padres só poderão fazer programas de televisão, se tiverem formação superior em jornalismo.
* Será considerado crime pregar contra espiritismo, feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e internet, sobre tais práticas contrárias a Palavra de Deus.
* Pastores/Padres que pregarem sobre dízimos e ofertas, dependendo do número de reclamações, serão presos.
* Pastores/Padres que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
* Igrejas que não realizarem casamento de homem com homem e mulher com mulher, estarão fazendo "discriminação", poderão ser multadas e os pastores/Padres processados.
* Querem que o dia do 'Orgulho Gay' seja oficializado em todas as cidades brasileiras.
Reforma Constitucional – Mudanças no texto da Constituição que garantem a liberdade de culto. Se aprovadas, fica proibido culto fora das igrejas (evangelismo de rua), cultos religiosos só com portas fechadas.
Projeto nº 4.720/03 – Altera a legislação do "imposto de renda" das pessoas jurídicas.
Projeto nº 3.331/04 – Altera o artigo 12 da Lei nº 9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das "pessoas físicas"
Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
Projeto nº 299/99 – Altera o código brasileiro de telecomunicaçõ es (Lei 4.117/62).
Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio e televisão a apenas uma hora.
Projeto nº6.398/05 – Regulamenta a profissão de Jornalista
Contém artigos que estabelecem que só poderá fazer programas de rádio e televisão, pessoas com formação em JORNALISMO, Significa que pastores sem a formação em jornalismo não poderão fazer programas através desses meios.
Projeto nº 1.154/03 – Proíbe veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso.
Se aprovado, será considerado crime pregar sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens sobre essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão, jornais e internet. A verdade sobre esse atos contrários a Palavra de Deus, não poderá mais ser mostrada.
Projeto nº 952/03 – Estabelece que é crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas.
Convertido em Lei, pelo número de reclamações, pastores serão considerados 'criminosos' por pregarem sobre dízimos e ofertas.
Projeto nº 4.270/04[/b] – Determina que comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser passíveis de ação civil.
Se convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo, feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
Projeto de nº 216/04[/b] – Torna inelegível a função religiosa com a governamental.
Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer trabalhos na igreja.
Existem outros projetos em andamento que ferem princípios bíblicos, entre eles:
* Casamento de homens com homens e mulheres com mulheres.
* Estabelecer um dia oficial do "Orgulho Gay" em todas as cidades brasileiras, entre outros.
Divulguem isto para seus irmãos em Cristo !. Passe para pastores das igrejas que vocês conhecem, para que todos estejam cientes, para não colocarmos ímpios no poder, e perdermos nosso direitos como pregadores da verdadeira Palavra de Deus.
Fonte : Recebido Por E-mail
Prof. José Amaro da Silva Júnior - jasunior@hotmail.com
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COMENTÁRIO DO TITULAR DO BLOG :
1) De certa forma, igrejas precisam, sim, declarar o que recebem, e mais, pastores deveriam declarar os seus bens antes de assumirem igrejas, para evitar o enriquecimento ilícito de muitos. Há casos de alguns que em pouco tempo ficaram ricos, beneficiando vergonhosamente familiares, parentes e amigos, fazendo o conhecido nepotismo da podre política mundana. Para se coibir casos assim, sou perfeitamente favorável a que o Ministério da Fazendo e o Ministério Público olhem com mais rigor para esses enganadores canalhas e corruptos, a vergonha do Santo Evangelho de Jesus. Infelizmente estrá cheio deles travestidos de pastores...
2) Proibir falar mal de determinadas religiões e crenças está corretíssimo. O Evangelho por si só se auto promove e convence o homem do seu estado pecador. Sempre se constituiu crime difamar, caluniar, macunar a imagem, falar mal, atingir com palavras. Quem assim procede deve responder por seus atos. Não temos que ficar apontando essa ou aquela religião ou prática religiosa em tom discriminatório e ofensivo. Temos o melhor para o mundo - a palavra de Deus na sua mais sublime essencia. Já é hora desses abusos serem contidos, partam de quem partir.
3) De pastor ser preso e não poder se defender, isso não tem nenhum fundamento legal, fere o princípio do direito de defesa que todo cidadão tem a seu favor. Até quem comete os mais hediondos delitos tem seus direitos de defesa garantidos pela constituição. Não tem nenhum fundamento essa informação. Nem devemos nos preocupar com isto.
4) Ter formação superior para utilizar os meios de comunicação, seria bom, mas não vejo como imprescindível. Sem nenhuma relevancia isto.
5) Os gays se enquadram no intem (2) acima. Como cidadãos, tem seus direitos e não devem ser objeto de ataques e agressões de ninguem. Essa é uma questão. Excercem seus direitos individuais como qualquer outra pessoa. Que os deixemos em paz. Preguemos a palavra e o Senhor os libertará se assim desejarem. Agora, aceitá-los na igreja como são, sem mudança de vida, sem transformação real, sem novo nascimento em Cristo, claro que isto fere os ensinamentos Bíblicos, a doutrina que professamos e tambem os Estatutos e Regimentos internos das igrejas evangélicas, instrumentos que as regem social, moral e espiritualmente. Não creio na aprovação de um absurdo desses. Inacentável sob todos os aspectos. Fiquemos alerta, vigilantes.
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Pr Eduardo Silva
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Deus é Amor - O que significa Isso ?
Deus é amor. Eis a declaração central para se entender o cristianismo. Amor não é atributo que torna Deus racionalmente compreensível. Em Jesus, Deus não se assemelha a um Júpiter que dita, e micro gerencia, os nano detalhes do universo. Deus ama. Nesta afirmação se alicerça a mensagem de que ele não deseja outro tipo de relacionamento com a sua criação.
Uma autêntica relacionalidade com Deus só será possível caso se aceite que ele criou pessoas com liberdade. A correlação amor e liberdade é estreita. Relacionamento verdadeiro só acontece quando aceitação e rejeição se tangenciam. Isto implica que mulheres e homens têm o poder de voltar as costas para a oferta de amor. Deus ama. Portanto, não se força – “eis que estou à porta e bato”.
Quando Deus interpela, homens e mulheres são capazes de responderem sim ou de frustrá-lo. Está escrito em Lucas 7.30 que os indivíduos possuem liberdade de dar as costas ao conselho ou propósito (grego, boulê) de Deus: “Mas os fariseus e os peritos da lei rejeitaram o propósito (boulê) de Deus para eles, não sendo batizados por João”.
Também está escrito em Lucas 13.34 que a vontade (grego, thelô) de Deus pode ser frustrada. O lamento de Jesus sobre Jerusalém é emblemático: “Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram!”.
Deus não brinca, não dissimula, sua liberdade é real. Não faz sentido imaginar uma divindade escondendo alguma agenda na manga ou induzindo as criaturas a se sentirem livres sem que realmente sejam. Homens e mulheres apenas cumpririam um roteiro previamente escrito e determinado. Aceitar que Deus mantenha atos secretos, nega a revelação de que ele seja luz; nele não há sombra ou suspeita. C.S. Lewis argumentou sobre a onipotência divina em “O problema do Sofrimento” e concluiu:
A sua onipotência significa poder fazer tudo o que é intrinsecamente possível, e não para fazer o que é intrinsecamente impossível. É possível atribuir-lhe milagres, mas não tolices. Isto não é um limite ao seu poder. Se disser: “Deus não pode dar a uma criatura o livre-arbítrio e, ao mesmo tempo, negar-lhe o livre arbítrio não conseguiu dizer nada sobre Deus
O Deus bíblico cativa amorosamente os seres humanos e os interpela para que se comprometam com a construção da história – que ainda não está pronta. O teólogo uruguaio Juan Luis Segundo dizia que “com infinita liberdade, Deus se dá a si próprio os limites que supõe (para não ser contraditório) todo amor no trato interpessoal. E isso nos recorda outra limitação, a suprema, realizada por Deus: a da Encarnação (cf. Fl, 2.7)”. Quando encarnou, Jesus não se fantasiou de humano, mas assumiu as limitações contingenciais comuns a todos.
Mesmo que alguns considerem absurdo, Deus corre, sim, riscos. A liberdade que ele soberanamente decidiu fundamentar suas relações abre diques tanto das virtudes como dos vícios. Mesmo assim, a liberdade que pavimenta o chão de seus relacionamentos não significa que Deus não consiga, em sua infinita sabedoria, desencalacrar o universo das possíveis consequências do mal. Deus é capaz de mobilizar gente disposta a redesenhar a história, nem que a partir de tragédias.
Como não está sujeito a qualquer necessidade, nada o força a fazer qualquer coisa. As Escrituras não deixam dúvida: em sua liberdade, Deus decidiu não controlar tudo o que acontece. Mas sua decisão foi coerente com seu próprio ser. Porque Deus é amor, convoca a homens e mulheres se tornem seus parceiros na condução da história. Este gesto é desdobramento de seu caráter. Deus jamais agrilhoaria a história; jamais colocaria cabrestos em seus filhos. A partir de sua boa vontade e de sua liberdade, Ele criou e convocou seus filhos para, em diálogo amoroso, entrar em parceria na construção do amanhã.
Espiritualidade só será verdadeira se aproximar as aparentes contradições da vida. Orar é acreditar que uma conversa genuína aconteceu. Houve uma sintonia entre a criatura e o Divino. Oram bem os que aceitam ser possível enlaçar e co-operar com Deus para, de alguma forma, alterar os eventos futuros – que não estão fixados.
O cristianismo não navega nas mesmas águas da religiosidade grega. Desde a metafísica aristotélica, a história era entendida como um destino inexorável. O pensamento helênico negava o valor e a consistência das parcerias entre Deus e a humanidade. Lamentavelmente, esse fatalismo ganhou força com a teologia da “Providência” que procura mostrar que Deus mantém a sua vontade em mundo contingencial. Na teologia iluminista, Deus passou a ser descrito com as mesmas atribuições que o “Motor Imóvel” de Aristóteles: um oleiro impassivo que zela por sua própria glória, não admite questionamentos, e não tem escrúpulos de usar vidas humanas para conduzir a história ao seu fim majestoso.
Essa função atribuída a Deus de organizar a ordem cósmica tornou-se um absoluto inquestionável do cristianismo. Os teólogos passaram a afirmar, com absoluta certeza, que Deus, desde sempre, decretou cada mínimo detalhe do que acontece no universo e nas vidas humanas. Assim, tanto o bem como o mal só ocorrem por sua vontade. Auschwitz, tráfico internacional de crianças para pedofilia e Darfur são, em última análise "da sua vontade, pois, se Deus permitiu é porque tem algum propósito".
Juan Luis Segundo negou que esta divindade se pareça com o Deus bíblico: “O fato é que o Deus de Aristóteles e o Deus que, segundo João, é Amor, não são a mesma coisa. Se Deus é amor, é mister refazer o conceito da realidade divina".
Portanto, liberdade adquire maior importância para que a espiritualidade não seja alienante (Marx), infantilizante (Freud) ou desumanizante (Nietzsche).
José Comblin afirmou que “as formas da antiga cristandade estão se apagando. Com o desaparecimento da cultura rural, o cristianismo dos avôs já pertence ao passado. Não adianta querer ressuscitar o passado nem querer contar com os movimentos de “entusiasmo” religioso para fundar nova cristandade... O evangelho é este: ‘Cristo nos libertou para que vivêssemos em liberdade’ (Gl 5.1).’Foi para a liberdade que vocês foram chamados (Gl 5.3). Deus é liberdade e nos criou para a liberdade. Esta é a nossa vocação humana. O sentido da nossa vida é construir e conquistar a liberdade".
Soli Deo Gloria
Pastor Ricadro Gondim. Extraido do site : www.ricardogondim.com.br
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Pr Eduardo Silva
Uma autêntica relacionalidade com Deus só será possível caso se aceite que ele criou pessoas com liberdade. A correlação amor e liberdade é estreita. Relacionamento verdadeiro só acontece quando aceitação e rejeição se tangenciam. Isto implica que mulheres e homens têm o poder de voltar as costas para a oferta de amor. Deus ama. Portanto, não se força – “eis que estou à porta e bato”.
Quando Deus interpela, homens e mulheres são capazes de responderem sim ou de frustrá-lo. Está escrito em Lucas 7.30 que os indivíduos possuem liberdade de dar as costas ao conselho ou propósito (grego, boulê) de Deus: “Mas os fariseus e os peritos da lei rejeitaram o propósito (boulê) de Deus para eles, não sendo batizados por João”.
Também está escrito em Lucas 13.34 que a vontade (grego, thelô) de Deus pode ser frustrada. O lamento de Jesus sobre Jerusalém é emblemático: “Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram!”.
Deus não brinca, não dissimula, sua liberdade é real. Não faz sentido imaginar uma divindade escondendo alguma agenda na manga ou induzindo as criaturas a se sentirem livres sem que realmente sejam. Homens e mulheres apenas cumpririam um roteiro previamente escrito e determinado. Aceitar que Deus mantenha atos secretos, nega a revelação de que ele seja luz; nele não há sombra ou suspeita. C.S. Lewis argumentou sobre a onipotência divina em “O problema do Sofrimento” e concluiu:
A sua onipotência significa poder fazer tudo o que é intrinsecamente possível, e não para fazer o que é intrinsecamente impossível. É possível atribuir-lhe milagres, mas não tolices. Isto não é um limite ao seu poder. Se disser: “Deus não pode dar a uma criatura o livre-arbítrio e, ao mesmo tempo, negar-lhe o livre arbítrio não conseguiu dizer nada sobre Deus
O Deus bíblico cativa amorosamente os seres humanos e os interpela para que se comprometam com a construção da história – que ainda não está pronta. O teólogo uruguaio Juan Luis Segundo dizia que “com infinita liberdade, Deus se dá a si próprio os limites que supõe (para não ser contraditório) todo amor no trato interpessoal. E isso nos recorda outra limitação, a suprema, realizada por Deus: a da Encarnação (cf. Fl, 2.7)”. Quando encarnou, Jesus não se fantasiou de humano, mas assumiu as limitações contingenciais comuns a todos.
Mesmo que alguns considerem absurdo, Deus corre, sim, riscos. A liberdade que ele soberanamente decidiu fundamentar suas relações abre diques tanto das virtudes como dos vícios. Mesmo assim, a liberdade que pavimenta o chão de seus relacionamentos não significa que Deus não consiga, em sua infinita sabedoria, desencalacrar o universo das possíveis consequências do mal. Deus é capaz de mobilizar gente disposta a redesenhar a história, nem que a partir de tragédias.
Como não está sujeito a qualquer necessidade, nada o força a fazer qualquer coisa. As Escrituras não deixam dúvida: em sua liberdade, Deus decidiu não controlar tudo o que acontece. Mas sua decisão foi coerente com seu próprio ser. Porque Deus é amor, convoca a homens e mulheres se tornem seus parceiros na condução da história. Este gesto é desdobramento de seu caráter. Deus jamais agrilhoaria a história; jamais colocaria cabrestos em seus filhos. A partir de sua boa vontade e de sua liberdade, Ele criou e convocou seus filhos para, em diálogo amoroso, entrar em parceria na construção do amanhã.
Espiritualidade só será verdadeira se aproximar as aparentes contradições da vida. Orar é acreditar que uma conversa genuína aconteceu. Houve uma sintonia entre a criatura e o Divino. Oram bem os que aceitam ser possível enlaçar e co-operar com Deus para, de alguma forma, alterar os eventos futuros – que não estão fixados.
O cristianismo não navega nas mesmas águas da religiosidade grega. Desde a metafísica aristotélica, a história era entendida como um destino inexorável. O pensamento helênico negava o valor e a consistência das parcerias entre Deus e a humanidade. Lamentavelmente, esse fatalismo ganhou força com a teologia da “Providência” que procura mostrar que Deus mantém a sua vontade em mundo contingencial. Na teologia iluminista, Deus passou a ser descrito com as mesmas atribuições que o “Motor Imóvel” de Aristóteles: um oleiro impassivo que zela por sua própria glória, não admite questionamentos, e não tem escrúpulos de usar vidas humanas para conduzir a história ao seu fim majestoso.
Essa função atribuída a Deus de organizar a ordem cósmica tornou-se um absoluto inquestionável do cristianismo. Os teólogos passaram a afirmar, com absoluta certeza, que Deus, desde sempre, decretou cada mínimo detalhe do que acontece no universo e nas vidas humanas. Assim, tanto o bem como o mal só ocorrem por sua vontade. Auschwitz, tráfico internacional de crianças para pedofilia e Darfur são, em última análise "da sua vontade, pois, se Deus permitiu é porque tem algum propósito".
Juan Luis Segundo negou que esta divindade se pareça com o Deus bíblico: “O fato é que o Deus de Aristóteles e o Deus que, segundo João, é Amor, não são a mesma coisa. Se Deus é amor, é mister refazer o conceito da realidade divina".
Portanto, liberdade adquire maior importância para que a espiritualidade não seja alienante (Marx), infantilizante (Freud) ou desumanizante (Nietzsche).
José Comblin afirmou que “as formas da antiga cristandade estão se apagando. Com o desaparecimento da cultura rural, o cristianismo dos avôs já pertence ao passado. Não adianta querer ressuscitar o passado nem querer contar com os movimentos de “entusiasmo” religioso para fundar nova cristandade... O evangelho é este: ‘Cristo nos libertou para que vivêssemos em liberdade’ (Gl 5.1).’Foi para a liberdade que vocês foram chamados (Gl 5.3). Deus é liberdade e nos criou para a liberdade. Esta é a nossa vocação humana. O sentido da nossa vida é construir e conquistar a liberdade".
Soli Deo Gloria
Pastor Ricadro Gondim. Extraido do site : www.ricardogondim.com.br
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Pr Eduardo Silva
sábado, 9 de janeiro de 2010
Uma breve História do João do Apocalipse !
João ainda bem jovem foi pescado pelas redes do amor que ele percebera em Jesus, e, em companhia de seu irmão, Tiago, pediram a benção do pai, Zebedeu, e, juntos, partiram seguindo a Jesus para sempre.
Na companhia de muitos, entre os mais importantes na História estavam Pedro, Tomé, Maria, mãe de Jesus, Maria Madalena, Marta, Lázaro, Maria, e todos os demais apóstolos e discípulos freqüentes, caminharam um pouco mais de três anos com Jesus.
Foram apresentados a Deus, aos homens e a si mesmos mais do que jamais quaisquer outros seres humanos haviam experimentado.
Viram os demônios fugirem da mera presença da verdade em amor. Assistiram o indiscriminável amor de Deus abraçar a todos os homens. Perceberam aturdidos que o poder era dos que amavam sempre, e não dos que se impunham pelo medo. Participaram da experiência de, com a Palavra, curarem e libertarem seres humanos de todos os males. Entenderam que sem fé é impossível agradar a Deus. Discerniram que o único lugar de vida com Deus com poder de validar a tudo o mais na existência é o ambiente do coração. Chocados viram água tornar-se vinho, poucos pães e peixes irromperem em matéria nova alimentando milhares. Presenciaram a suavidade do mover da fé sobre as águas agitadas e viram ventos indomesticáveis tornarem-se dóceis ante palavra de comando divino que procedia da boca do Filho do Homem.
Foram espremidos no Caminho Estreito. Aprenderam que quem se exalta é humilhado e que aquele que se humilha é exaltado. Perceberam, em Jesus, o desprezo de Deus pelo que os homens consideram elevado. Foram forçados a praticar o ensino de Jesus que diz que o tesouro de um homem só lhe cabe no coração.
Na jornada existencial dos três anos iniciais de Caminho Estreito, aprenderam sobre suas próprias fragilidades, sobre seus caprichos, sobre seus desejos de supremacia e importância, sobre suas ânsias de privilégios, sobre seus ciúmes, sobre suas justiças próprias, sobre seus medos, sobre suas frágeis certezas, sobre sua covardia, sobre sua capacidade de trair, de negar, de fugir, de correr nu...
Aprenderam que mulheres que choram chegam mais perto e permanecem vigilantes nos lugares proibidos, enquanto a valentia dos homens se esconde.
Na moenda da Vereda Indesejada eles aprenderam a lidar com o desprezo, com a afronta, com a raiva, com o desejo de vingança, de revide, de ódio, de amargura, de rejeição, e, sobretudo, com a infâmia, a calunia, a mentira, o engano que se delibera a fim de matar alguém com aquilo que a pessoa não é.
Sobretudo, na Via Apertada, eles aprenderam a passar pela morte, e a ver que ela havia sido morta para todo aquele que cresse na Ressurreição.
Por fim, vendo a vitória da Vida sobre a morte pelo poder do Amor que se dá pela vitória da Vida, eles se tornaram gente da Esperança, Superior.
De fato eles passaram a crer que o mundo dos Romanos e de quaisquer outros tiranos ou poderes, acabaria para sempre; pois, haveria uma nova humanidade, na qual prevaleceria a Lei do Amor como natureza em cada um.
Assim, João e seus companheiros, lançaram-se à continuidade do Caminho Estreito, o qual era estreito também nas tensões que propunha, como, por exemplo, pregar Boa Nova ao mesmo tempo em que ela, a Boa Nova, anunciava o fim desta Era de Morte, tão amada pelos homens.
Assim, após os fatos por eles testemunhados acerca da vida, morte e ressurreição de Jesus, eles, e um grupo bem maior de pessoas, podendo ter chegado a mais ou menos quinhentas pessoas, viram Jesus subir aos céus, afirmando-lhes que voltaria outra vez.
Ora, eles imediatamente passaram a se reunir em um cenáculo de Jerusalém, orando e esperando a promessa do derramamento do Espírito Santo sobre eles, o que veio a acontecer dez dias depois de terem visto Jesus subir aos céus, mais precisamente no Dia de Pentecoste.
Daquele tempo em diante João estava cada vez mais na companhia de seu irmão, Tiago, e de Pedro, que era como um irmão mais velho para todos eles.
Juntos, e agora sem a presença física de Jesus, eles enfrentaram sem medo as autoridades judaicas, as mesmas das quais meses antes eles haviam fugido em assombro e ânimos de traição em defesa da própria pele.
Algo mais poderoso do que a presença física de Jesus havia penetrado o ser deles. Agora eles não temiam mais a morte e nem os homens. O poder da Glória da Ressurreição havia espanado para sempre as sombras da morte em seus corações.
Depois de várias prisões e de contínua perseverança, não importando-se com ameaças ou com açoites, eles foram se espalhando a fim de pregar em outras terras. Praticamente todos os Apóstolos seguiram por seu turno para uma geografia possível, e lá anunciaram a Palavra de Jesus.
João, no entanto, tinha consigo uma missão dupla: pregar a Palavra e cuidar de Maria, a mãe de Jesus. Afinal, morrendo na cruz, Jesus pedira a João que cuidasse de Maria, e disse a Maria que João agora era seu filho. Por isto, embora João tivesse mãe e Maria possuísse muitos filhos e filhas, ambos se levaram pela Vereda Estreita.
No inicio João ia e vinha, pois, nos primeiros anos, sua residência variava entre a Galileia e Jerusalém. Mas, depois, com o crescimento da Palavra, e ante o divisamento das necessidades do mundo, especialmente inventariadas por Paulo, agora já convertido, e, além disso, tornando-se o mais expressivo porta-voz da Palavra fora das terras bíblicas, vários entre os discípulos puseram-se a pregar em outras localidades do império Romano.
Assim, no curso de anos, João vai mudando sua residência, sempre com Maria, até vir a estabelecer-se na cidade de Éfeso, grande e importante cidade da Ásia Menor, e uma das mais importantes do Império Romano.
Paulo havia iniciado o processo de semeadura do Evangelho em toda Ásia Menor, e também em Éfeso. João, portanto, vai residir num ambiente cristão fortemente impregnado do ensino do Evangelho conforme a dilatada consciência e compreensão de Paulo.
Foi durante aquele período, aí depois dos anos 50 ou 60 depois de Cristo, que João, provavelmente residindo em Éfeso, escreveu as três epístolas conhecidas como “Universais”. Foi também em Éfeso que a sabedoria do Evangelho se destilou em João, ao ponto de levá-lo não apenas a escrever o Evangelho Mensagem de Jesus, como também a afirmar na mais profunda e perfeita simplificação que Deus é amor.
O grupo de discípulos de Jesus em Éfeso era formado de gente experiente nas tribulações e nas dificuldades, desde dos dias de Paulo. Cresceram alicerçados no ensino límpido que procedia de Paulo. E, depois que Paulo já não mais podia visitá-los ou enviar pessoas que lhes ajudassem na manutenção da consciência da fé, foi de João que aquele grupo recebeu o pastoreio.
Com o advento de Nero e com a morte de Paulo e de Pedro, como também de milhares de discípulos de Jesus em Roma e em outros lugares do império, a mensagem de Jesus foi ganhando, aos ouvidos das autoridades romanas, contornos de natureza política; e isto apenas porque os cristãos diziam que Jesus era o Senhor, termo usado no império apenas para César, o Imperador. Além disso, como os discípulos de Jesus também pareciam não temer a morte, tal ato era cada vez mais interpretado como provocação e insubmissão incurável, fazendo com que eles fossem vistos no Império como Homens Bombas de Amor.
Ao aproximar-se o final do 1º Século João era o único Apostolo de Jesus ainda vivo. E ele estava vivo em um tempo de caos no Império e grande confusão entre os discípulos.
Foi nesse contexto que ele, exilado, veio a receber a revelação do Apocalipse.
Aliás, corria entre os discípulos a lenda de que João não morreria, que ele ficaria até que Jesus voltasse; e, em um certo sentido, foi isso que aconteceu, pois, mais do que ninguém na Terra, João entrou no ambiente da Consumação de todas as coisas.
Escrevi muito, estou meio cansado, e, por isso, hoje vou ficando por aqui.
Um abraço!
Nele, que é nosso Apocalipse, nossa Revelação, nosso Tirador de véus,
Caio Fábio
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Artigo Extraído na íntegra do site : www.caiofabio.com
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Pr Eduardo Silva
Na companhia de muitos, entre os mais importantes na História estavam Pedro, Tomé, Maria, mãe de Jesus, Maria Madalena, Marta, Lázaro, Maria, e todos os demais apóstolos e discípulos freqüentes, caminharam um pouco mais de três anos com Jesus.
Foram apresentados a Deus, aos homens e a si mesmos mais do que jamais quaisquer outros seres humanos haviam experimentado.
Viram os demônios fugirem da mera presença da verdade em amor. Assistiram o indiscriminável amor de Deus abraçar a todos os homens. Perceberam aturdidos que o poder era dos que amavam sempre, e não dos que se impunham pelo medo. Participaram da experiência de, com a Palavra, curarem e libertarem seres humanos de todos os males. Entenderam que sem fé é impossível agradar a Deus. Discerniram que o único lugar de vida com Deus com poder de validar a tudo o mais na existência é o ambiente do coração. Chocados viram água tornar-se vinho, poucos pães e peixes irromperem em matéria nova alimentando milhares. Presenciaram a suavidade do mover da fé sobre as águas agitadas e viram ventos indomesticáveis tornarem-se dóceis ante palavra de comando divino que procedia da boca do Filho do Homem.
Foram espremidos no Caminho Estreito. Aprenderam que quem se exalta é humilhado e que aquele que se humilha é exaltado. Perceberam, em Jesus, o desprezo de Deus pelo que os homens consideram elevado. Foram forçados a praticar o ensino de Jesus que diz que o tesouro de um homem só lhe cabe no coração.
Na jornada existencial dos três anos iniciais de Caminho Estreito, aprenderam sobre suas próprias fragilidades, sobre seus caprichos, sobre seus desejos de supremacia e importância, sobre suas ânsias de privilégios, sobre seus ciúmes, sobre suas justiças próprias, sobre seus medos, sobre suas frágeis certezas, sobre sua covardia, sobre sua capacidade de trair, de negar, de fugir, de correr nu...
Aprenderam que mulheres que choram chegam mais perto e permanecem vigilantes nos lugares proibidos, enquanto a valentia dos homens se esconde.
Na moenda da Vereda Indesejada eles aprenderam a lidar com o desprezo, com a afronta, com a raiva, com o desejo de vingança, de revide, de ódio, de amargura, de rejeição, e, sobretudo, com a infâmia, a calunia, a mentira, o engano que se delibera a fim de matar alguém com aquilo que a pessoa não é.
Sobretudo, na Via Apertada, eles aprenderam a passar pela morte, e a ver que ela havia sido morta para todo aquele que cresse na Ressurreição.
Por fim, vendo a vitória da Vida sobre a morte pelo poder do Amor que se dá pela vitória da Vida, eles se tornaram gente da Esperança, Superior.
De fato eles passaram a crer que o mundo dos Romanos e de quaisquer outros tiranos ou poderes, acabaria para sempre; pois, haveria uma nova humanidade, na qual prevaleceria a Lei do Amor como natureza em cada um.
Assim, João e seus companheiros, lançaram-se à continuidade do Caminho Estreito, o qual era estreito também nas tensões que propunha, como, por exemplo, pregar Boa Nova ao mesmo tempo em que ela, a Boa Nova, anunciava o fim desta Era de Morte, tão amada pelos homens.
Assim, após os fatos por eles testemunhados acerca da vida, morte e ressurreição de Jesus, eles, e um grupo bem maior de pessoas, podendo ter chegado a mais ou menos quinhentas pessoas, viram Jesus subir aos céus, afirmando-lhes que voltaria outra vez.
Ora, eles imediatamente passaram a se reunir em um cenáculo de Jerusalém, orando e esperando a promessa do derramamento do Espírito Santo sobre eles, o que veio a acontecer dez dias depois de terem visto Jesus subir aos céus, mais precisamente no Dia de Pentecoste.
Daquele tempo em diante João estava cada vez mais na companhia de seu irmão, Tiago, e de Pedro, que era como um irmão mais velho para todos eles.
Juntos, e agora sem a presença física de Jesus, eles enfrentaram sem medo as autoridades judaicas, as mesmas das quais meses antes eles haviam fugido em assombro e ânimos de traição em defesa da própria pele.
Algo mais poderoso do que a presença física de Jesus havia penetrado o ser deles. Agora eles não temiam mais a morte e nem os homens. O poder da Glória da Ressurreição havia espanado para sempre as sombras da morte em seus corações.
Depois de várias prisões e de contínua perseverança, não importando-se com ameaças ou com açoites, eles foram se espalhando a fim de pregar em outras terras. Praticamente todos os Apóstolos seguiram por seu turno para uma geografia possível, e lá anunciaram a Palavra de Jesus.
João, no entanto, tinha consigo uma missão dupla: pregar a Palavra e cuidar de Maria, a mãe de Jesus. Afinal, morrendo na cruz, Jesus pedira a João que cuidasse de Maria, e disse a Maria que João agora era seu filho. Por isto, embora João tivesse mãe e Maria possuísse muitos filhos e filhas, ambos se levaram pela Vereda Estreita.
No inicio João ia e vinha, pois, nos primeiros anos, sua residência variava entre a Galileia e Jerusalém. Mas, depois, com o crescimento da Palavra, e ante o divisamento das necessidades do mundo, especialmente inventariadas por Paulo, agora já convertido, e, além disso, tornando-se o mais expressivo porta-voz da Palavra fora das terras bíblicas, vários entre os discípulos puseram-se a pregar em outras localidades do império Romano.
Assim, no curso de anos, João vai mudando sua residência, sempre com Maria, até vir a estabelecer-se na cidade de Éfeso, grande e importante cidade da Ásia Menor, e uma das mais importantes do Império Romano.
Paulo havia iniciado o processo de semeadura do Evangelho em toda Ásia Menor, e também em Éfeso. João, portanto, vai residir num ambiente cristão fortemente impregnado do ensino do Evangelho conforme a dilatada consciência e compreensão de Paulo.
Foi durante aquele período, aí depois dos anos 50 ou 60 depois de Cristo, que João, provavelmente residindo em Éfeso, escreveu as três epístolas conhecidas como “Universais”. Foi também em Éfeso que a sabedoria do Evangelho se destilou em João, ao ponto de levá-lo não apenas a escrever o Evangelho Mensagem de Jesus, como também a afirmar na mais profunda e perfeita simplificação que Deus é amor.
O grupo de discípulos de Jesus em Éfeso era formado de gente experiente nas tribulações e nas dificuldades, desde dos dias de Paulo. Cresceram alicerçados no ensino límpido que procedia de Paulo. E, depois que Paulo já não mais podia visitá-los ou enviar pessoas que lhes ajudassem na manutenção da consciência da fé, foi de João que aquele grupo recebeu o pastoreio.
Com o advento de Nero e com a morte de Paulo e de Pedro, como também de milhares de discípulos de Jesus em Roma e em outros lugares do império, a mensagem de Jesus foi ganhando, aos ouvidos das autoridades romanas, contornos de natureza política; e isto apenas porque os cristãos diziam que Jesus era o Senhor, termo usado no império apenas para César, o Imperador. Além disso, como os discípulos de Jesus também pareciam não temer a morte, tal ato era cada vez mais interpretado como provocação e insubmissão incurável, fazendo com que eles fossem vistos no Império como Homens Bombas de Amor.
Ao aproximar-se o final do 1º Século João era o único Apostolo de Jesus ainda vivo. E ele estava vivo em um tempo de caos no Império e grande confusão entre os discípulos.
Foi nesse contexto que ele, exilado, veio a receber a revelação do Apocalipse.
Aliás, corria entre os discípulos a lenda de que João não morreria, que ele ficaria até que Jesus voltasse; e, em um certo sentido, foi isso que aconteceu, pois, mais do que ninguém na Terra, João entrou no ambiente da Consumação de todas as coisas.
Escrevi muito, estou meio cansado, e, por isso, hoje vou ficando por aqui.
Um abraço!
Nele, que é nosso Apocalipse, nossa Revelação, nosso Tirador de véus,
Caio Fábio
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Artigo Extraído na íntegra do site : www.caiofabio.com
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Pr Eduardo Silva
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